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Corpo de Bombeiros realiza Congresso Internacional de Gestão de Incêndios Florestais a partir de segunda-feira (16)

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) realiza no Centro de Eventos do Pantanal, em Cuiabá, o ForestFire 2025 – Congresso Internacional de Gestão de Incêndios Florestais, evento inédito no Brasil e que reunirá especialistas de 10 países, pesquisadores e comandantes dos 27 Corpos de Bombeiros Militares do país, entre os dias 16 e 18 de junho.

A programação conta com palestras técnicas, minicursos e uma feira de expositores com entrada gratuita e aberta ao público. Estarão presentes representantes e palestrantes de países como Portugal, Estados Unidos, Canadá, México, Nova Zelândia, Espanha, Chile, Irlanda, França e Brasil.

Durante os três dias de evento, os participantes terão acesso a palestras com autoridades internacionais, workshops práticos, painéis de discussão e exposição de tecnologias inovadoras voltadas à prevenção, monitoramento e combate a incêndios florestais.

Além de comandantes e especialistas estrangeiros, o congresso reúne também bombeiros, gestores ambientais e profissionais envolvidos no manejo e combate a incêndios florestais de diversas partes do mundo, promovendo a troca de experiências e o fortalecimento da cooperação internacional na gestão de incêndios.

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Sugestão de Pauta
Evento: ForestFire 2025 – Congresso Internacional de Gestão de Incêndios Florestais
Data e horário: 16 a 18 de junho de 2025; 08h às 18h.
Local: Centro de Eventos do Pantanal – Cuiabá/MT.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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