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Obras no Pronto-Socorro de Várzea Grande começam na próxima terça-feira

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Essa primeira etapa terá duração média de 45 dias e contará com duas frentes de trabalho atuando simultaneamente: uma equipe será responsável pela reestruturação do telhado, enquanto a outra atuará na reestruturação dos banheiros, desses setores

A próxima terça-feira, dia 8 de julho, será um dia histórico para a saúde municipal. Terão início as obras de reestruturação do Pronto-Socorro e Hospital Municipal de Várzea Grande (PSHMVG), que vão justamente nos blocos mais críticos da unidade: os que compreendem a sala vermelha, a sala amarela e a UTI, setores mais sensíveis e afetados durante o período chuvoso.

Essa reestruturação vai garantir maior segurança, melhores condições de acolhimento aos pacientes e ambiente de trabalho mais adequado para os profissionais de saúde. Vai tornar a unidade de saúde, que é referência em Mato Grosso – e de portas abertas – em um espaço digno aos pacientes.

Essa primeira etapa da obra terá duração média de 45 dias e contará com duas frentes de trabalho atuando simultaneamente: uma equipe será responsável pela reestruturação do telhado, enquanto a outra atuará na reestruturação dos banheiros, desses setores. Nessa semana, parte dos setores que vão ser os primeiros a passarem pelas intervenções já começaram a ser isoladas.

“Esse é um sonho que estamos realizando. O ideal seriam uma reconstrução completa, melhor, construirmos um novo Pronto-Socorro, mas sabemos que o atendimento à saúde é urgente e com apoio do governo do Estado, estamos priorizando a saúde municipal e essa unidade que é de portas abertas e vem realizando um trabalho sério, com cirurgias inéditas e eliminando as filas nos corredores. Saúde é prioridade em Várzea Grande”, afirmou a prefeita Flávia Moretti (PL), hoje (4), ao confirmar o início das obras.

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CRONOGRAMA – As obras serão executadas por etapas e por setores, justamente para que a unidade hospitalar permaneça em pleno funcionamento, sem prejuízos ao atendimento da população. Nenhum atendimento médico será interrompido durante a reforma. Inclusive, os pacientes da sala vermelha vão continuar sendo assistidos, normalmente, pela equipe médica, com toda a estrutura necessária para garantir cuidado e atenção integral.

A intervenção contempla uma série de melhorias na estrutura da unidade hospitalar, como a cobertura total do telhado, reestruturação dos banheiros, pintura, reparos na rede elétrica e hidrossanitários. Além disso, três novos geradores de energia serão adquiridos, garantindo o pleno funcionamento da unidade mesmo em casos de interrupção no fornecimento elétrico.

A iniciativa integra um pacote de investimentos de R$ 11,7 milhões, viabilizado pelo governo do Estado, com articulação direta da prefeita e do vice-prefeito Tião da Zaeli. “O Pronto-Socorro estava pedindo socorro. Essa intervenção vai trazer mais qualidade no atendimento, mais conforto e segurança aos assistidos e a equipe médica”, comemora Moretti reafirmando o seu compromisso com a qualidade da saúde pública.

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A urgência da intervenção se intensificou após o episódio registrado no mês de abril desse ano, quando uma forte chuva atingiu a cidade e provocou um alagamento generalizado na unidade hospitalar, comprometendo diversos setores e evidenciando ainda mais a necessidade de apoio do governo estadual para a recuperação da estrutura.

A secretária municipal de Saúde, Deisi Bocalon, vê essa reestruturação como um grande marco para a saúde de Várzea Grande. “Isso só está sendo possível graças ao apoio do governado do Estado que viu de perto a realidade da unidade hospitalar e não mediu esforços para que mais essa conquista chegasse ao Município”.

Com as adequações, o Pronto-Socorro de Várzea Grande deve se tornar uma unidade mais moderna, eficiente e acolhedora, reafirmando o compromisso da gestão municipal com a qualidade do atendimento na rede pública de saúde.

A secretária pede compreensão à população durante o período de obras, pois obras geram transtornos, mas são para melhorias urgente e necessárias na unidade.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Agentes comunitários de Várzea Grande reforçam atuação no combate à hanseníase

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Os agentes comunitários de saúde de Várzea Grande estão no centro de uma estratégia que busca transformar a realidade de uma das doenças mais antigas ainda presentes no Brasil: a hanseníase. Mais de 80 profissionais participaram, nesta semana, de dois dias de capacitação realizados na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, dentro de um projeto piloto idealizado pela Frente Parlamentar de Enfrentamento à Hanseníase.

A iniciativa, presidida pelo deputado estadual Dr. João (MDB), marca o início de uma mobilização que pretende alcançar os 142 municípios de Mato Grosso. Durante o encontro, os participantes receberam treinamento para fortalecer a identificação precoce da doença, ampliar a busca ativa de casos e contribuir para a redução da transmissão.

Segundo o parlamentar, a proposta é estruturar uma rede de profissionais preparados para atuar diretamente nos territórios. “Este é o pontapé inicial para colocarmos em prática a capacitação de todos os profissionais de saúde. Vamos percorrer os municípios, qualificar as equipes, intensificar a busca ativa, realizar diagnósticos e garantir o tratamento, com o objetivo de tirar Mato Grosso dessa triste liderança em casos de hanseníase”, afirmou.

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Para quem atua diretamente nas comunidades, o conhecimento adquirido representa mais segurança no atendimento. A agente comunitária Mariazinha da Silva, da unidade do bairro Vila Arthur, destacou a importância da qualificação. “A capacitação é essencial para quem está na ponta, em contato direto com a população. Ela amplia o conhecimento, melhora a identificação precoce dos casos, qualifica a orientação aos pacientes e ajuda a reduzir o preconceito que ainda existe sobre a doença”, relatou.

De acordo com ela, momentos como esse também fortalecem o trabalho em equipe e ampliam a capacidade de acolhimento e acompanhamento dos pacientes.

A enfermeira responsável técnica pela linha de cuidado em hanseníase no município, Adriana Matos, reforçou o papel estratégico dos agentes comunitários. “Essa capacitação é um divisor de águas. O agente está dentro das casas, conhece o território e a rotina das famílias. Ao identificar uma mancha suspeita ou perda de sensibilidade, ganhamos tempo precioso. O diagnóstico precoce não é apenas sobre curar, mas sobre evitar sequelas irreversíveis e interromper a cadeia de transmissão”, destacou.

A coordenadora da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Janaína Pauli, ressaltou que o enfrentamento da doença depende da atuação integrada entre instituições e do vínculo com a população. “Mato Grosso é considerado endêmico porque realiza busca ativa dos casos. Além do estigma, um dos grandes desafios é o abandono do tratamento. Por isso, é fundamental que os agentes de saúde sejam essa ponte, sensibilizando pacientes que muitas vezes permanecem em casa por vergonha de procurar atendimento”, explicou.

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TRATAMENTO PELO SUS – A hanseníase tem tratamento gratuito e cura, disponíveis pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A qualificação dos agentes comunitários reforça a importância do diagnóstico precoce e do acompanhamento adequado, fundamentais para interromper a cadeia de transmissão e garantir mais qualidade de vida aos pacientes.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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