MATO GROSSO

Atendimento pré-hospitalar do Corpo de Bombeiros já alcança 70% da população de MT

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) alcança, diretamente, cerca de 70% da população do Estado, por meio de sete comandos regionais, que garantem o atendimento às mais diversas ocorrências, dentre elas os atendimentos pré-hospitalares, que são a principal demanda da instituição.

São 25 municípios-sede, onde estão as bases da corporação, sendo que em 13 deles os primeiros socorros são realizados exclusivamente pelos militares do Corpo de Bombeiros, há várias décadas.

Nas cidades de Sinop, Sorriso, Lucas do Rio Verde e Nova Mutum, na região Médio Norte do Estado, o atendimento à população é realizado de forma integrada entre a instituição e a Prefeitura, por meio da Central Regional de Regulação de Atendimento Pré-Hospitalar Móvel, instalada em 2022 em uma iniciativa conjunta do CBMMT e da Prefeitura de Sinop.

Em outros 11 municípios, o Corpo de Bombeiros atua em parceria com o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), como em Rondonópolis, Primavera do Leste, Jaciara e Campo Verde. Nessas localidades, o Samu está instalado dentro de uma Unidade Bombeiro Militar.

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A integração entre as instituições melhora o tempo de resposta e a eficiência nos atendimentos, como já ocorre em Rondonópolis há 15 anos. No município, a Central de Regulação de Urgência do Samu é integrada à estrutura do Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp).

Os bons resultados observados no município levaram o Estado a implantar o mesmo modelo na Baixada Cuiabana, por meio do Sistema Estadual de Atendimento Pré-Hospitalar, resultado de uma cooperação entre a Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp) e a Secretaria de Estado de Saúde (SES).

A cooperação viabilizou a instalação da Central de Atendimento Pré-Hospitalar no Ciosp, neste mês de julho. Dessa forma, o Corpo de Bombeiros e o Samu passaram a atuar de maneira integrada e coordenada, preservando a operacionalidade do número 192 e otimizando a regulação das ocorrências nos municípios de Cuiabá, Várzea Grande, Poconé e Chapada dos Guimarães.

“Os números de ocorrências no Estado demonstram o quanto esse tipo de atendimento tem se tornado uma das missões mais exigidas da corporação. E não será diferente na baixada cuiabana. Nosso compromisso é garantir que a população seja socorrida com rapidez, eficiência e qualidade. Por isso investimos continuamente para a ampliação e melhoria desse serviço e da nossa capacidade de resposta”, afirmou o comandante-geral do Corpo de Bombeiros, coronel Glêdson Bezerra.

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Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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