Ação integrada das Polícias Militares de Mato Grosso e Alagoas e da Polícia Federal resultou na prisão de um faccionado foragido da Justiça do Alagoas, de 27 anos, nesta segunda-feira (21.7). O criminoso foi preso em flagrante na cidade de Rondonópolis.
Conforme o boletim de ocorrência, a equipe da Força Tática do 4º Comando Regional recebeu informações da PM de Alagoas sobre a localização de um foragido da Justiça de Maceió (AL).
Segundo as denúncias recebidas, o homem seria um integrante de facção criminosa de alta periculosidade responsável por ordenar ataques a ônibus, sessões de torturas e homicídios de membros de facções rivais, na Capital alagoana.
Com as informações da polícia de Alagoas e da Polícia Federal, as equipes mato-grossenses realizaram a identificação e monitoramento do suspeito e conseguiram realizar abordagem ao homem, na região do bairro Jardim Atlântico.
Ao ser detido e identificado com o mandado de prisão em aberto, o criminoso confessou ser integrante da facção e responsável pelos crimes denunciados. Ele ainda revelou que estava escondido no município há cerca de três meses e que ainda mantinha contato com os faccionados de Alagoas.
Diante da situação, ele recebeu voz de prisão em flagrante e foi conduzido até a delegacia de Rondonópolis para registro da ocorrência e entregue na Polícia Judiciária Civil para demais providências que o caso requer.
Disque-denúncia
A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.
A Polícia Civil, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e a Polícia Militar Ambiental realizaram, nessa terça-feira (05.05), a Operação Canto da Liberdade, em que foram apreendidas 25 aves silvestres mantidas irregularmente em cativeiro, em Nova Xavantina.
Durante a ação, foram localizados pássaros das espécies bicudo e curió, aves silvestres de alto valor no comércio ilegal e que demandam de especial proteção ambiental, inclusive por integrarem grupos de espécies ameaçadas ou sob forte pressão do tráfico de fauna.
Conforme apurado, os animais eram mantidos em desacordo com a legislação ambiental vigente, sem a devida autorização dos órgãos competentes e em condições incompatíveis com o bem-estar animal.
Muitas aves apresentavam sinais de maus-tratos, com indícios de sofrimento, ferimentos e manutenção em ambiente inadequado, situação que reforça a gravidade da conduta investigada.
Além da manutenção irregular dos animais em cativeiro, foram encontrados indícios de falsificação e adulteração de sinais públicos de identificação, especialmente relacionados a anilhas e registros utilizados para controle oficial da criação de aves silvestres.
A suspeita é de que tais mecanismos fossem empregados para dar aparência de legalidade à circulação e comercialização irregular dos animais, com possível finalidade de tráfico de fauna silvestre.
As aves foram apreendidas e ficaram sob responsabilidade da equipe do Ibama, que adotará as providências necessárias para avaliação, cuidados, recuperação e destinação adequada dos animais.
Os suspeitos não foram localizados no momento da ação. Segundo as informações levantadas, eles já vinham sendo monitorados pelos órgãos ambientais e teriam adotado condutas para dificultar a fiscalização.
O delegado Flávio Leonardo Santana Silva destacou a importância da atuação conjunta entre os órgãos envolvidos.
“A integração entre as forças de segurança e os órgãos de proteção ambiental é fundamental para combater crimes contra a fauna, reprimir o tráfico de animais silvestres e garantir a preservação do meio ambiente. A Polícia Civil já identificou os suspeitos e segue com as investigações para apurar a responsabilidade dos envolvidos pelos crimes ambientais, maus-tratos aos animais e eventuais crimes contra a fé pública”, afirmou o delegado.
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