MATO GROSSO

Operação Férias Seguras do Ipem fiscaliza mais de 140 estabelecimentos em Mato Grosso

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O Instituto de Pesos e Medidas de Mato Grosso (Ipem-MT), órgão delegado do Inmetro, fiscalizou 140 estabelecimentos entre os dias 7 e 11 de julho durante a Operação Férias Seguras, em três municípios mato-grossenses. A ação teve como foco principal garantir que produtos e serviços estejam em conformidade com as normas técnicas, promovendo mais segurança e confiança para os consumidores em época de maior circulação.

Em Cuiabá e Várzea Grande, os fiscais vistoriaram 30 estabelecimentos com foco em itens muito utilizados durante as férias. Pneus e capacetes com o selo de identificação da qualidade do Inmetro foram destaque, já que garantem maior segurança aos condutores de motocicletas. Também foram verificadas oficinas convertedoras de gás natural veicular (GNV), que devem seguir rigorosamente as normas para garantir a segurança de motoristas e usuários das vias.

Como resultado, foram apreendidos 29 pneus reformados de motocicletas. O uso desse tipo de pneu é proibido pela Resolução 158/2004 do Contran, que veda a utilização de pneus remoldados ou reformados em ciclomotores, motocicletas e triciclos.

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Segundo o diretor de Avaliação da Conformidade do Ipem, Bento Bezerra, é fundamental conscientizar os consumidores sobre a importância de não usarem pneus reformados em suas motocicletas e não realizarem manutenções em oficinas não autorizadas.

“Minha recomendação é que os condutores de motocicletas não usem pneus reformados e nem capacetes alterados. E sempre que forem realizar a manutenção do kit GNV, procure uma empresa registrada no Inmetro para colocar ou retirar”, concluiu.

Além da capital e VG, em Tangará da Serra também houve fiscalização. Foram realizadas 482 ações em balanças comerciais de restaurantes e padarias, com a vistoria de 81 estabelecimentos. Foram encontradas 10 irregularidades, que geraram notificações e medidas corretivas para os responsáveis. Os fiscais também inspecionaram medidores de velocidade, com 23 ações realizadas, porém nenhuma irregularidade foi identificada.

Nos produtos pré-embalados (pré-medidos), a operação foi realizada em várias cidades do interior e teve foco itens de higiene e limpeza, como detergente, sabão em pó, creme dental, sabonete, álcool em gel, creme hidratante, entre outros. Ao todo, 68 ações de fiscalização foram realizadas, que resultaram na análise de 884 produtos em 36 estabelecimentos. Foram encontradas duas irregularidades e seis comércios foram notificados.

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De acordo com a diretora de fiscalização do Ipem-MT, Marli do Nascimento, a operação foi fundamental para prevenir riscos aos consumidores.

“Intensificamos as ações nesse período para garantir que os produtos e serviços comercializados estejam de acordo com as normas técnicas, oferecendo mais segurança e confiança para a população”, afirmou.

*Sob supervisão de Yasmim Di Berti

Fonte: Governo MT – MT

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Politec conclui que incêndio em prédio da prefeitura não teve origem criminosa

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A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) concluiu os levantamentos periciais e descartou a hipótese de incêndio criminoso no prédio da gerência de patrimônio e da Superintendência Operacional do Sistema Escolar da Prefeitura de Várzea Grande, ocorrido no dia 17/6.

Análises de vestígios coletados no local associada a evidências de registros de gravação de câmeras de segurança das redondezas e depoimento de testemunhas apontaram para causa acidental provocada por fenômeno termoelétrico na fiação localizada na parte superior da câmara fria de alimentos congelados pertencente ao anexo I da Secretaria Municipal de Educação de Várzea Grande, que seriam destinadas à alimentação dos alunos da rede municipal de educação. Os peritos realizaram vistoria externa e superior com a utilização de drones em todo o perímetro colapsado pelo incêndio.

No prédio, funcionava a parte logística da Secretaria onde eram armazenados de alimentos, materiais e equipamentos que seriam destinados às escolas do município.


Conforme o perito oficial criminal Augusto César de Figueiredo, os exames não permitiram identificar o que pode ter provocado o fenômeno termoelétrico, que segundo a literatura pericial pode estar relacionado à sobrecarga elétrica, curto-circuito, ou descarga elétrica contínua.

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“Tudo iniciou-se com o fenômeno termoelétrico que ocorreu na parte superior da câmara fria de congelados, e se propagou para o prédio todo, para os dois sentidos do pavilhão. Na parte de trás da edificação, as chamas rapidamente tiveram contato com dois veículos, que estavam muito próximos a essa câmara, e que possuem uma carga térmica muito alta, causando facilmente a propagação para o fundo dessa estrutura metálica, e também por conta grande quantidade de material combustível que existia dentro prédio, o que ajudou a propagação e a grande monta dos danos e prejuízos causados pelo incêndio”, apontou o perito.

Mediante o término das análises no local do incêndio, o prédio foi liberado pela perícia para a Polícia Civil. O laudo pericial com o detalhamento das análises será concluído em até 30 dias.

No laudo, constará toda a descrição do local e dos vestígios coletados e analisados em laboratório, o relato de depoimentos de testemunhas, as imagens registradas pelo sistema de monitoramento de câmeras que ajudaram a delimitar a dinâmica do incêndio, que explica onde o fogo teve início e como ele se propagou, além dos danos que ocorreram em todos os ambientes.

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Fonte: Governo MT – MT

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