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Resultados finais de seleção do edital Viver Cultura estão disponíveis no site da Secel

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Os resultados finais de seleção de 16 categorias que integram o edital Viver Cultura – edição Política Nacional Aldir Blanc (Pnab) – estão disponíveis no site da Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT). As publicações trazem a relação dos projetos contemplados na seleção pública que, ao todo, conta com R$ 7,3 milhões de investimento.

Foram divulgados os resultados finais de seleção das categorias Música, Artes Visuais, Teatro, Circo, Artesanato, Bandas e Fanfarras, Capoeira, Hip Hop, Carnaval e/ou Festas Populares. O resultado da categoria Dança será publicado na sexta-feira (22.8). Essas 10 categorias estão dentro da divisão “Práticas Culturais”.

As outras sete categorias com resultados finais de seleção publicados abrangem Povos de Terreiro, Pessoas Imigrantes e/ou Refugiados, Pessoas LGBTQIAPN+, Comunidades Ribeirinhas, Pantaneiros e/ou da Agricultura Familiar, Povos Ciganos, População em Situação de Rua, e população Egressa do Sistema Prisional ou em Privação de Liberdade.

Com a publicação dos resultados, os proponentes das propostas selecionadas nas 16 categorias têm até sexta-feira (22) para entregar os documentos obrigatórios de habilitação jurídica e fiscal. A documentação deve ser encaminhada de forma online, em formato PDF, por meio do formulário disponível na página do edital, no site da Secretaria (link aqui).

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Pnab em Mato Grosso

Totalizando R$26 milhões de investimentos, os editais da PNAB promovidos pela Secel irão atender diversas áreas culturais do Estado, como patrimônio histórico, biblioteca, literatura, economia criativa e outros.

Confira o andamento dos editais do Ciclo I da Pnab em Mato Grosso:

Viver Cultura: resultado final de seleção publicado

Ações Formativas / Patrimônio Histórico e Museológico: em fase de formalização para pagamento

Inventários de Patrimônio Imaterial de Mato Grosso: em fase de formalização para pagamento

Premiação Marília Beatriz: resultado final publicado

Literatura em Cena: resultado final publicado

Formação Técnica de Auxiliar de Bibliotecas: resultado final publicado

Pontão de Cultura de Mato Grosso: resultado final de seleção publicado

Rede Estadual de Pontos de Cultura de Mato Grosso: resultado preliminar de seleção publicado

Cinemotion Audiovisual: cronograma retomado e resultado preliminar de seleção retificado

MT Criativo: cronograma retomado e resultado preliminar de seleção retificado

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

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