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Investigação da Polícia Civil leva à prisão de três foragidos no Rio de Janeiro

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Três foragidos da Justiça mato-grossense, integrantes de facção criminosa, foram presos no Rio de Janeiro, no final da tarde de domingo (24.8), após informação apurada pela Polícia Civil de Mato Grosso, por meio da Gerência Estadual de Polinter e Capturas.

Os procurados, apontados como lideranças de uma facção instalada no interior de Mato Grosso, foram surpreendidos em um apart-hotel localizado no bairro Copacabana, na cidade do Rio de Janeiro. A prisão foi efetuada pela Polícia Militar do Rio de Janeiro (PM-RJ)..

A ação teve início após informações repassadas pelo Núcleo de Inteligência (NIO) da Polinter, que subsidiaram o levantamento realizado em conjunto com o setor operacional da unidade, resultando na localização dos indivíduos.

Diante dos fatos a equipe da Polinter fez contato com a Polícia Civil do Rio de Janeiro (PC/RJ), que acionou a Polícia Militar (PM/RJ). As forças de segurança atuaram em conjunto e, após diligências no endereço repassado realizaram a recaptura dos três foragidos.

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Um preso, de 38 anos, era foragido da Penitenciária Major PM Eldo Sá Corrêa, em Rondonópolis, e responde por posse de arma de fogo e roubo. O segundo, de 32 anos, era foragido da Gerência de Custódia, localizada em Cuiabá, e possui antecedentes por roubo, ameaça, furto, tráfico de drogas, homicídio doloso e lesão corporal.

O terceiro envolvido, de 29 anos, é condenado a mais de 37 anos de reclusão. Ele foragiu da Cadeia Pública de Nova Mutum, onde, durante a fuga, chegou a dopar uma policial penal. Esse indivíduo possui ficha criminal com passagens por roubo, ameaça, associação e tráfico de drogas, facilitação de menores, desacato e posse de arma de fogo.

Depois de presos, os três homens foram encaminhados à 12ª DP de Copacabana para as providências cabíveis, e permanecerão à disposição da Justiça, aguardando audiência de custódia e posterior recambiamento para Mato Grosso.

A delegada titular da Polinter, Silvia Pauluzi de Siqueira, destacou que a Polícia Civil do Estado de Mato Grosso vem intensificando o monitoramento para a recaptura de foragidos, reforçando o compromisso da instituição com a segurança pública.

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“A operação integra as ações do Programa Tolerância Zero às Facções Criminosas, do Governo do Estado de Mato Grosso, evidenciando o empenho da Polícia Civil no enfrentamento à criminalidade”, salientou a delegada titular, Silvia Pauluzi de Siqueira.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Autor de homicídio em Rondonópolis é condenado a mais de 20 anos de prisão

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O trabalho investigativo desenvolvido pela Polícia Civil de Mato Grosso, por meio da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Rondonópolis, resultou na condenação do autor do homicídio de uma mulher, de 58 anos, ocorrido em janeiro de 2025, no Residencial Boa Vista.

O réu foi condenado pelo Colendo Conselho de Sentença, durante sessão plenária do Tribunal do Júri realizada nesta terça-feira (9.6), à pena de 20 anos e 3 meses de reclusão pelo crime de homicídio duplamente qualificado.

O crime ocorreu no dia 29 de janeiro de 2025, quando a vítima foi encontrada sem vida no interior de sua residência, apresentando uma extensa lesão na região do pescoço provocada por arma branca. A equipe da DHPP foi acionada imediatamente e iniciou os primeiros levantamentos investigativos no local.

Conforme análise da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), a morte ocorreu entre 8 e 12 horas antes da localização do corpo, indicando que o homicídio foi praticado próximo à meia-noite do dia 28 de janeiro.

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As diligências investigativas conduzidas pela DHPP permitiram identificar rapidamente o principal suspeito do crime. Durante a apuração, os policiais constataram que o homem de 53 anos esteve na residência da vítima na noite anterior, sendo a última pessoa a manter contato com ela antes de sua morte.

Com base nos elementos reunidos pela investigação, a equipe policial conseguiu localizar e prender o suspeito em flagrantes poucas horas após a descoberta do crime, garantindo a preservação das provas e o avanço célere da persecução penal.

Segundo a delegada titular da DHPP de Rondonópolis, Karla Cristina Peixoto Ferraz, a condenação representa o desfecho de um trabalho investigativo realizado pela unidade.

“A sentença evidencia o comprometimento da Polícia Civil na elucidação de crimes contra a vida e na responsabilização de seus autores, reafirmando o compromisso com a busca pela verdade dos fatos, a produção de provas qualificadas e a promoção da justiça para as vítimas e seus familiares”, destacou a delegada.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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