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Limpurb faz manutenção da iluminação pública nas regiões Leste e Oeste de Cuiabá

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos (Limpurb), realiza entre os dias 1º e 5 de setembro a terceira fase da operação de manutenção da iluminação pública na capital. Nesta etapa, os serviços contemplam as regiões Leste e Oeste, com a meta de executar 1.300 reparos luminotécnicos em aproximadamente 130 bairros, residenciais, loteamentos e distritos.

Para garantir a eficácia dos serviços, a Limpurb mobilizou oito equipes técnicas especializadas, compostas por eletricistas qualificados e devidamente equipados com EPIs. Os trabalhos serão realizados tanto durante o dia quanto à noite, ampliando a cobertura e a agilidade das intervenções.

Os moradores das regiões atendidas que ainda não protocolaram suas solicitações podem registrar pedidos pelos canais exclusivos de atendimento da iluminação pública: via WhatsApp no número (65) 9 9318-8761 ou por ligação no telefone (65) 9 9247-6662.

Para solicitar o reparo, é necessário encaminhar foto do ponto com iluminação danificada, além do nome completo, endereço com ponto de referência e a localização exata, no caso dos envios pelo WhatsApp.

Bairros da região Leste atendidos:

Altos da Serra I; Altos da Serra II; Areão; Bandeirantes; Barbado; Bela Vista; Belinha; Boa Esperança; Bosque da Saúde I; Bosque da Saúde II; Cachoeira das Garças; Campo Velho; Campo Verde da Esperança; Canjica; Carumbé; Condomínio Residencial Veneza; Condomínio Rio Cachoeirinha; Condomínio Rio Claro; Condomínio Rio Coxipó; Condomínio Rio Jangada; Condomínio Rio Manso; Condomínio Rio São Lourenço; Dom Aquino; Dom Bosco; Dr. Fábio I; Dr. Fábio II; Grande Terceiro; Guaicurus; Jardim 8 de Abril; Jardim Aclimação; Jardim Califórnia; Jardim Campos Elíseos; Jardim das Américas; Jardim Eldorado; Jardim Europa; Jardim Imperial I; Jardim Imperial II; Jardim Itália; Jardim Itamarati; Jardim Leblon; Jardim Novo Horizonte; Jardim Paulista; Jardim Petrópolis; Jardim Renascer; Jardim Shangri-lá; Jardim Tropical; Jardim Universitário; Lixeira; Loteamento JK; Morada dos Nobres; Novo Mato Grosso; Parque Residencial Santa Cruz II; Parque Universitário; Pedregal; Pico do Amor; Planalto; Poção; Praeirinho; Praeiro; Recanto dos Pássaros; Residencial Bela Marina; Residencial Cláudio Marchetti; Residencial Novo Praeiro; Residencial Santa Inês; Residencial São Carlos; Santa Cruz I; São João dos Lázaros; São Mateus; São Roque; Sol Nascente; Terra Nova.

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Bairros da região Oeste atendidos:

Altos da Boa Vista; Alvorada; Araés; Barra do Pari/Santa Amália; Bordas da Chapada; Capão do Gama/Jardim Ubata; Centro Norte; Centro Sul; Cidade Alta; Cidade Verde; Cohab Nova; Condomínio Residencial Despraiado; Consil; Coophamil; Despraiado; Distrito da Guia; Duque de Caxias I; Duque de Caxias II; Goiabeiras – Cai Cai; Goiabeiras – Pólvora; Jardim Antônio Dias; Jardim Araçá; Jardim Beira Rio; Jardim Cuiabá I; Jardim Cuiabá II; Jardim Flamboyant; Jardim Independência; Jardim Mariana; Jardim Monte Líbano; Jardim Primavera; Jardim Ubatã; Jardim Ubirajara; José Pinto; Nova Cuiabá; Novo Colorado; Novo Tempo; Novo Terceiro; Popular; Porto; Quilombo; Residencial Parque Amperco; Residencial Sucuri; Residencial Tropical Ville; Ribeirão da Ponte; Ribeirão do Lipa; Rodoviária Parque; Santa Amália; Santa Angelita; Santa Helena; Santa Isabel; Santa Marta; Santa Rosa; São Benedito; Sucuri; Tarumã; Terra Vermelha; Vale dos Lírios; Verdão; Vila Real; Vista Alegre.

#PraCegoVer

A imagem mostra um trabalhador utilizando um cesto aéreo hidráulico para fazer a manutenção da iluminação pública.

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Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Prefeitura aplica R$ 37,6 mil em multas e inicia limpeza em condomínio abandonado

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A Prefeitura de Cuiabá deu continuidade, nesta segunda-feira (8), à Operação Escudo Urbano, que interditou preventivamente um condomínio de casas abandonadas localizado na Rua Nossa Senhora de Santana, na região Centro-Sul da capital. A ação integrada envolveu a Secretaria Municipal de Ordem Pública (Sorp), a Defesa Civil, a Vigilância em Saúde Ambiental, a Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos (Limpurb), a Secretaria Municipal de Infraestrutura e Obras e a Energisa Mato Grosso.

Durante a fiscalização, foram lavrados autos de infração que somam R$ 37,6 mil em razão das irregularidades encontradas no imóvel. As equipes também iniciaram os serviços de limpeza e remoção de resíduos acumulados no local. Os custos das intervenções serão cobrados dos proprietários do condomínio.

A Energisa Mato Grosso realizou a retirada de cabos e fiações em desuso, além do desligamento de pontos de energia existentes nas edificações, como medida de segurança e para eliminar riscos decorrentes do abandono do empreendimento.

A secretária municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, explicou que a ação foi motivada pelas condições críticas encontradas no condomínio e pelos riscos à saúde pública e à segurança da população. “Trata-se de um imóvel cuja estrutura está bastante comprometida. A Defesa Civil já havia elaborado um laudo anterior condenando a edificação e, agora, com o acesso ao condomínio, constatamos que a situação é ainda mais urgente. Encontramos focos e condições favoráveis à proliferação do mosquito Aedes aegypti, além da presença de morcegos, pombos e escorpiões. Estamos atuando no momento adequado para evitar que o local se transforme em um problema ainda maior para a saúde pública”, afirmou.

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A secretária reforçou que a responsabilidade pela conservação do imóvel é dos proprietários. “Estamos promovendo a limpeza e adotando medidas emergenciais para proteger a população. No entanto, trata-se de uma propriedade privada, e o dever de manutenção é dos proprietários, que serão responsabilizados pelos custos de toda essa operação. Também vamos encaminhar o caso à Procuradoria-Geral do Município para avaliação de medidas judiciais, porque ações pontuais não resolvem definitivamente o problema se não houver manutenção contínua”, acrescentou.

O diretor da Defesa Civil, capitão do CBMMT Marcelo Cerqueira, informou que o primeiro relatório técnico sobre o condomínio foi elaborado em dezembro de 2025. Na ocasião, as equipes não conseguiram acessar o interior do imóvel porque o local estava fechado. “Agora conseguimos entrar e verificamos uma situação preocupante. O condomínio possui 30 imóveis, e vários deles apresentam estruturas avariadas, além de grande acúmulo de lixo. A Limpurb já iniciou uma intervenção para melhorar as condições do ambiente, e vamos concluir o relatório técnico para subsidiar as providências necessárias por parte dos órgãos competentes”, explicou.

A Vigilância em Saúde Ambiental também participou da operação para identificar fatores que favorecem a presença de vetores de doenças e animais sinantrópicos. Segundo o biólogo Jesse Martins, a principal medida recomendada para o local é o manejo ambiental. “O controle químico não é indicado para esse tipo de situação. O mais eficaz é a eliminação dos abrigos e focos que favorecem a permanência desses animais. Encontramos vestígios de morcegos e também algumas larvas, que serão encaminhadas para análise laboratorial e identificação”, informou.

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Durante a vistoria, a Secretaria Municipal de Ordem Pública lavrou dois autos de infração com base na Lei Complementar nº 589/2025. O primeiro, no valor de R$ 10,4 mil, foi aplicado por lote não limpo, existência de criadouros de vetores e abandono do imóvel, com prazo de 30 dias para regularização. Já o segundo auto de infração, no valor de R$ 27,2 mil, foi emitido em razão da existência de criadouros de vetores, abandono do imóvel, risco estrutural grave e utilização do espaço de forma a gerar insegurança pública. Nesse caso, o prazo concedido para regularização é de 90 dias.

Ao longo de 2025, a Secretaria realizou três ações fiscais no local para notificar o responsável pelo imóvel a realizar a limpeza e a manutenção da área. Como as tentativas de contato não tiveram resultado, foi necessária a adoção da interdição preventiva, medida amparada pela Portaria nº 36/2026, publicada na Gazeta Municipal de sexta-feira (5). A norma regulamenta o processo administrativo cautelar de interdição total ou parcial de imóveis urbanos com risco iminente, previsto na Lei Complementar nº 589/2025.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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