Tribunal de Justiça de MT

Alunos de Direito da Unemat destacam alinhamento da teoria com a prática em visita ao TJMT

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Alunos do 6º e 7º semestre do curso de Direito da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) visitaram e conheceram o funcionamento do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), nesta quarta-feira (03 de setembro). Os estudantes do campus de Barra do Bugres destacaram a oportunidade de ver, pela primeira vez, na prática, os conhecimentos adquiridos na teoria. A iniciativa faz parte do projeto Nosso Judiciário, que já contemplou mais de 11 mil acadêmicos.

A atividade contou com um bate-papo com o desembargador Wesley Sanchez Lacerda. Além disso, os estudantes acompanharam uma sessão da Primeira Câmara de Direito Público e Coletivo e visitaram o Espaço Memória, onde fica o acervo histórico dos mais de 150 anos do Judiciário mato-grossense.

Aluna do 6º semestre, Valdineia Ferreira dos Santos Piasson, classificou a experiência como enriquecedora.

“O Tribunal de Justiça, como ordenamento jurídico, pode contribuir muito para o nosso desenvolvimento enquanto acadêmicos. Lá nos bancos da universidade, nós discutimos a teoria e, aqui, tivemos a oportunidade de receber verdadeiras aulas de juízes, desembargadores e promotores. Todo esse cenário é extremamente importante, pois é a história do Tribunal de Justiça vista na prática”, disse Valdineia.

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Alexandre Silveira, também do 6º semestre, foi outro aluno que também aprovou a iniciativa. “Foi uma experiência bem nova para mim e posso dizer que é uma experiência bem legal e proveitosa. Conseguimos ver a legislação funcionando na prática. Acho que todo acadêmico de Direito deve ter essa experiência de fazer essa visita técnica e acompanhar todos os procedimentos. Isso dá uma fundamentação maior para nossa vida profissional”, apontou.

Para o desembargador Wesley Sanchez Lacerda, o projeto Nosso Judiciário é uma excelente forma de aproximar ainda mais o Poder Judiciário das universidades de Mato Grosso. Ele contou ainda aos estudantes que toda sua trajetória universitária foi feita dentro das instituições públicas, onde passou pela graduação, mestrado, doutorado e ainda dedicou anos de sua vida como professor voluntário.

“Esse projeto é muito salutar e, por meio dele, a gente começa a acreditar que podemos ter esperança de que o mundo jurídico possa melhorar ainda mais, pois é o nosso campo de batalha, o nosso fronte. O conhecimento tem esse poder de galgar e conseguir nivelar. A fonte é o conhecimento e ele também está nos bancos das nossas universidades públicas, como a Unemat”, relatou o desembargador.

Juliana Ishikawa é professora das duas turmas e também servidora do TJMT. Ela reforçou o discurso do desembargador, ressaltando a necessidade de aproximação do Judiciário com as universidades. Segundo ela, foi por meio do projeto que diversos estudantes tiveram a chance de estar no Palácio da Justiça pela primeira vez. Para a professora, esse momento ajuda a abrir horizontes para os acadêmicos.

“Esse projeto é fundamental por várias razões. A primeira é que ele aproxima a Academia do Tribunal. Além disso, ele abre os horizontes para os nossos alunos. Eles começam a pensar: ‘Será que eu quero ser advogado? Será que eu quero ser promotor? Será que eu quero ser juiz?’ Então, vejo essa iniciativa como preciosa e só temos a agradecer ao TJ e toda a equipe pelo ótimo acolhimento que tivemos”, salientou a professora.

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Autor: Bruno Vicente

Fotografo: Alair Ribeiro

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Canal e registro garante sigilo e proteção à vítima de assédio e discriminação

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Arte gráfica roxa aborda assédio e não violência, com ilustração de pessoas e informações institucionais.Possíveis casos de assédio moral, assédio sexual e discriminação ocorridos no âmbito do Poder Judiciário de Mato Grosso devem ser informados e são apurados por uma das Comissões de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral, do Assédio Sexual e da Discriminação, que tem como premissa básica de sua atuação o acolhimento e o apoio à vítima.

O respeito integral à pessoa noticiante começa com o acatamento à sua vontade quanto a quaisquer encaminhamentos ou decisões. E tudo tramita de modo seguro e confidencial, por meio de escuta humanizada e ética, com o compromisso de manutenção do sigilo dos dados das vítimas e das informações por elas apresentadas. Essa conduta visa minimizar os riscos psicossociais e promover a saúde mental no trabalho.

A Instrução Normativa TJMT/PRES n. 4/2024 do TJMT, que regulamenta o processo de trabalho da Comissão de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral, do Assédio Sexual e da Discriminação, garante que a escuta e o acompanhamento da pessoa que noticia caso de assédio ou discriminação observem métodos e técnicas profissionais, propiciando atenção humanizada e centrada na necessidade da pessoa noticiante, respeitando seu tempo de reflexão e decisão e fortalecendo sua integridade psíquica, autonomia e liberdade de escolha.

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O serviço de acolhimento, escuta, acompanhamento e orientação é prestado à pessoa que queira recebê-lo, independentemente se decidiu formalizar ou não a notícia do caso para as providencias cabíveis, ou seja, nada é feito sem o consentimento da vítima.

Vale destacar que a Resolução CNJ n. 351/2020 proíbe qualquer forma de retaliação contra a pessoa noticiante, seja a vítima, a testemunha ou qualquer indivíduo que, de boa-fé, relate, testemunhe ou colabore na apuração de condutas de assédio ou discriminação. A pessoa que pratica retaliação pode ser responsabilizada disciplinar ou funcionalmente, conforme a legislação aplicável.

Magistrados(as), servidores(as), estagiários(as), colaboradores(as) credenciados(as) e quaisquer outros prestadores(as) de serviços, independentemente do vínculo jurídico mantido, podem registrar casos de assédio moral, assédio sexual e discriminação por meio de um formulário on-line, disponível na página da Comissão de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral, do Assédio Sexual e da Discriminação. Para acessá-lo, basta clicar no banner da Comissão, localizada na página inicial do portal do TJMT. Depois, clicar em “Canal de Manifestação”.

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Saiba mais sobre o assédio moral, assédio sexual e a discriminação no ambiente de trabalho no Guia de Combate ao Assédio, também disponível na página da Comissão, no portal do TJMT.

Autor: Celly Silva

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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