Tribunal de Justiça de MT

Nosso Judiciário: estudantes de Direito fazem visita ao Tribunal de Justiça

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Os acadêmicos do curso de Direito da Universidade de Cuiabá – Unic Campus Beira Rio – puderam conhecer o Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), na tarde desta terça-feira (9 de setembro), por meio do Programa Nosso Judiciário.

De acordo com a programação, os alunos assistiram à sessão de julgamento, conheceram alguns setores do TJ e depois terminaram a visita no Espaço Memória, onde estão mantidos registros importantes da história jurídica do Estado. Eles puderam observar alguns documentos antigos de como era a atuação do judiciário nos séculos anteriores. E, ao final, puderam conhecer mais sobre a atuação da Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar (Cemulher-MT).

O diálogo foi conduzido pela juíza Ana Graziela Vaz de Campos Alves Corrêa, da 1ª Vara Especializada de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher de Cuiabá. Ela explicou como funciona a Cemulher-MT e o objetivo de agilizar o julgamento dos processos relativos à violência doméstica contra a mulher. E comentou sobre os julgamentos prévios que sofreu por ser mulher e ter assumido o cargo de juíza alguns anos depois de finalizar a graduação.

Além disso, ela enfatizou a presença de mulheres no Judiciário, principalmente na Vara de Família, e sobre o cuidado que os acadêmicos precisam ter durante o atendimento das vítimas. “É importante que vocês saibam ouvir e atender à vítima, para que ela não se sinta ainda mais vulnerável.”

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Já a assessora da Coordenadoria Judiciária, Lorena Cristine Lopes da Silva, falou sobre o Departamento de Processamento Eletrônico e Inteligência de Dados e Negócios (DEPIN) e como essa função auxilia nos recebimentos de processos para as outras áreas. Comentou também sobre a sua transição de carreira, pois antes de ser assessora, ela também já havia estagiado no TJMT. “Foi uma experiência muito enriquecedora. Na Corregedoria, pude mexer diretamente com os processos, o que me proporcionou um aprendizado prático muito maior do que na área administrativa.”

O docente Bruno Nogueira Camelo, que ministra a disciplina de Processo Civil, explica que essas visitas, realizadas com alunos do sétimo ao décimo semestre, são cruciais para o crescimento profissional, pois permitem aos estudantes vivenciar a prática jurídica, entendendo o funcionamento do processo e vendo como seus trabalhos serão julgados. “O caminho processual de sair da Vara até chegar ao Tribunal ajuda a ampliar a visão do profissional.”

“É interessante a prática do Direito no Tribunal e o que nós aprendemos na sala de aula. Agora, com o estágio, eu consigo ver essa diferença da atuação do direito”, expressou a aluna do 8º semestre Kelys Cardoso.

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O seu colega João Fortunato da Silva Pires também expressou a importância da vinda ao Tribunal e como essa visita proporciona uma compreensão mais completa do papel do Tribunal e da atuação dos profissionais do direito. “Eu não sabia sobre a Cemulher e como são importantes essas ações de ir até as escolas.”

Ao todo, compareceram 42 estudantes dos semestres finais do curso durante a visita guiada no Tribunal.

Ao final, os acadêmicos de Direito receberam das mãos da juíza o Glossário Acadêmico, que é um guia, atualizado a cada ano, criado para facilitar a compreensão dos termos do mundo jurídico e explicá-los de uma maneira clara e acessível.

Acesse mais fotos no Flickr do TJMT

Autor: Maria Eduarda Aquino (estagiária)

Fotografo: Alair Ribeiro

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

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Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Tribunal de Justiça de MT

Judiciário de MT Explica: por que falar de Equidade Racial importa?

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Há muita diferença entre tratar as pessoas de forma igual e tratá-las com justiça. E para explicar melhor é fundamental falar de igualdade versusequidade racial.
De forma resumida, conforme o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a igualdade garante o tratamento igualitário perante a lei, enquanto a equidade ajusta esse tratamento às necessidades específicas de cada indivíduo ou grupo.
Assim, a equidade busca promover a aplicação da justiça na prática para corrigir desigualdades e desvantagens históricas por meio de ações afirmativas.
Depois de estudos iniciados a partir da Portaria 108/2020, o CNJ lançou em 2022 o Pacto Nacional pela Equidade Racial, do qual o Poder Judiciário de Mato Grosso é signatário a partir do Comitê de Equidade Racial.
Por meio dele, o Judiciário mato-grossense passou a realizar cursos de letramento racial e práticas antirracistas, oficinas nas diferentes áreas e outras ações no âmbito do Tribunal de Justiça e nas comarcas.
O trabalho busca promover a equidade, fortalecer a democracia, unir as pessoas pelo respeito para mostrar que o conhecimento é a melhor ferramenta para transformar a nossa realidade.

Autor: Lídice Lannes

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Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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