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Órgão Especial do TJMT aprova remoção de magistrados por antiguidade e merecimento

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O Órgão Especial do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) aprovou, em sessão administrativa desta quinta-feira (25 de setembro), a remoção de 29 magistrados subsidiados pelos critérios de antiguidade e merecimento.

A remoção de magistrados é um processo que visa à otimização da prestação de serviços judiciais e a movimentação na carreira, garantindo a eficiência e a qualidade do serviço judiciário.

Por merecimento:

1 – Juíza Edna Ederli Coutinho. Remoção para o Núcleo de Justiça 4.0 do juiz de Garantias, Gabinete 2, da Comarca de Cuiabá;

2 – Juíza Laura Dorilêo Cândido. Remoção para o Núcleo de Justiça 4.0, gabinete 4, Comarca de Cuiabá;

3 -Juiz Luiz Guilherme Carvalho Magalhães. Remoção para Vara única da Comarca de Sapezal;

4 – Juíza Michele Cristina Ribeiro de Oliveira. Remoção para Vara Única da Comarca de Campinápolis;

5 – Silvana Fleury Curado. Remoção para a Vara Única de Ribeirão Cascalheira.

6 – Juiz Humberto Rezende Costa. Remoção para Vara Única de Feliz Natal;

7 –Juiz Caio Almeida Neves Martins. Remoção para 2ª Vara da Comarca de Canarana;

8 – Juiz Fabrício Savazzi Bertoncini. Remoção para a 1ª Vara da Comarca de Juara, Entrância Única;

9 – Juíza Tabatha Tosetto. Remoção para a 1ª Vara da Comarca de Nova Xavantina – Entrância Única;

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10 -Juiz Vinicius Paiva Galhardo. Remoção para a Vara Única de Porto Esperidião;

11 – Juiz Ricardo Garcia Manziero. Remoção para a 2ª Vara da Comarca de Alto Araguaia;

12 – Juíza Rafaella Karlla de Oliveira Barbosa. Remoção para a 2ª Vara Cível da Comarca de Água de Boa;

13 – Juiz Romeu da Cunha Gomes. Remoção para a Vara Única da Comarca de Brasnorte;

14 – Juiz Anderson Fernandez Vieira. Remoção para a 3ª Vara da Comarca de Mirassol D’ Oeste – Entrância Única;

15 – Juiz Matheus de Miranda Medeiros. Remoção para a 2ª Vara da Comarca de Pontes e Lacerda – Entrância Única;

16 –Juíza Paula Tathiana Pinheiro. Remoção para a 1ª Vara da Comarca de Nova Mutum – Entrância Única.

17 –Juiz Valter Fabrício Simioni da Silva. Remoção – Gabinete 2 do Núcleo de Afastamento e Substituição – NAS da Comarca de Cuiabá – Entrância Única.

Por antiguidade:

1 -Juiz Fernando Akio Maeda. Remoção para a Comarca de Terra Nova do Norte;

2 –Juíza Gezicler Luiza Sossanovicz Artilheiro. Remoção para a Vara Única de Cotriguaçu

3 – Juíza Patrícia Bedin. Remoção para a Vara Única da Comarca de Tapurah, Entrância Única;

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4 – Juíza Luciana Sittieri Leon. Removida para a Vara Única da Comarca de Rio Branco;

5 – Juiz Luiz Antonio Muniz Rocha. Remoção para a 1º Vara Criminal de Água Boa;

6 – Juíza Raiane Santos Arteman. Remoção para a 2ª Vara da Comarca de Paranatinga;

7 – Juiz Laio Portes Sthel. Remoção para a 2ª Vara da Comarca de Colíder – Entrância Única;

8 – Juíza Louisa Rachel Medeiros Florentino Imperador. Remoção para a Vara Única da Comarca de Jauru – Entrância Única;

9 – Juiz Leonardo Lúcio dos Santos. Remoção para a Vara única da Comarca de Arenápolis;

10 –Juíza Angela Maria Janczeski Goes. Remoção para a 4ª Vara da Comarca de Cáceres – Entrância Única;

11 -Juiz João Bosco Soares da Silva. Remoção para a 14ª Vara Criminal da Comarca de Cuiabá – Entrância Única.

12 – Juiz Marcelo Ferreira Botelho. Remoção para a 1ª Vara da Comarca de Pontes e Lacerda – Entrância Única.

Autor: Patrícia Neves

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação Social do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Tribunal de Justiça de MT

Magistrados e especialistas defendem fortalecimento da conciliação e redução da judicialização

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O desembargador Mário Roberto Kono de Oliveira, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), participou do Open Class “Desjudicialização e Modernização da Justiça”. O evento, na noite de sexta-feira (15), reuniu magistrados, operadores e estudantes de Direito em um espaço de debate e reflexão sobre desjudicialização, segurança jurídica, inovação tecnológica e eficiência do Poder Judiciário.
Promovido pela Escola Judicial do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 23ª Região, o encontro possibilitou a análise dos desafios do sistema de Justiça, focada na racionalização da litigiosidade e no fortalecimento dos métodos adequados de resolução de conflitos. Também foi abordada a incorporação de novas tecnologias e modelos de gestão judicial.
O debate contou com palestras do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e do ministro João Otávio de Noronha, do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Além deles, palestraram o vice-presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), ministro Guilherme Caputo Bastos, o também ministro da Corte Trabalhista, Alexandre Ramos, e o advogado Georges Abboud.
O desembargador Mário Kono avaliou que o evento foi importante para mostrar que o sistema de Justiça está passando por uma transformação, sendo necessário alcançar novos modelos para atender com eficiência as finalidades procuradas pela sociedade. Para ele, é preciso buscar novos métodos e técnicas para apresentar soluções mais rápidas, sem passar pelo processo de judicializacao.
“Se nós formos ver, a história nos revela isso desde as tribos mais primitivas. Confúcio, cerca de 500 anos antes de Cristo, já falava da necessidade de conciliar. Devemos trabalhar com as próprias partes em busca de resolver as situações de uma forma que atenda ambas. Com isso, vamos conseguir chegar a resultados mais satisfatórios”, comentou.
De acordo com o ministro Gilmar Mendes, o Brasil tem, atualmente, uma das maiores judicializações do mundo, ultrapassando a marca dos 80 milhões de processos. Nesse contexto, ele apontou que o debate sobre esse tema e a modernidade do Poder Judiciário são fundamentais para reduzir os processos e atender as pretensões de quem busca a Justiça.
“Extremamente importante que nós estejamos discutindo isso. A academia traz a sua visão, contribuições, as reflexões e influência nesse processo, permitindo, inclusive, a nós, magistrados, sairmos daqui mais iluminados. Também temos a oportunidade, enquanto autores de jurisprudência, de explicarmos as razões de determinadas decisões, porque chegamos a determinadas conclusões. Esse diálogo é extremamente enriquecedor”, argumentou.
Sobre o evento
A Open Class “Desjudicialização e Modernização da Justiça” é um evento jurídico-acadêmico voltado à discussão dos principais desafios enfrentados pelo sistema de Justiça brasileiro na contemporaneidade, especialmente diante da crescente necessidade de mecanismos mais céleres, eficientes e acessíveis para a resolução de conflitos.
O encontro reuniu importantes autoridades do cenário jurídico nacional, proporcionando um ambiente de debate qualificado sobre temas relacionados à desjudicialização, métodos adequados de solução de conflitos, inovação tecnológica no Poder Judiciário, transformação digital da Justiça e modernização das instituições jurídicas.

Autor: Bruno Vicente

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Fotografo: Alair Ribeiro

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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