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Policiais penais fazem segunda apreensão da semana em laje de raio de segurança máxima da PCE

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Uma equipe do Grupo de Intervenção Rápida (GIR), responsável pela segurança e disciplina do Raio 8 da Penitenciária Central do Estado, impediram, na manhã desta sexta-feira (26.9), que porções de entorpecentes e um chip de telefonia chegassem às mãos de presos custodiados no local.

Durante as rondas sobre as lajes do Raio 8, a equipe policial de plantão encontrou várias trouxinhas de maconha e um chip de celular. Foram apreendidas 17 porções e ainda papel de seda usado para fazer cigarro. Os materiais foram encaminhados à direção da penitenciária.

Esta é a segunda apreensão da semana em laje do raio de segurança máxima da penitenciária em Cuiabá. Na quarta-feira (24), uma equipe do GIR impediu que 73 porções de maconha, um aparelho celular, três chips de telefonia e um cabo de energia chegassem aos presos do raio 8. A suspeita é que os itens tenham sido lançados por meio de drone.

Todos os materiais foram apresentados ao líder de plantão da penitenciária e lacrados em envelope de apreensão, sendo os entorpecentes encaminhados à Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos, da Polícia Civil.

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Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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