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TRE-MT reativa Posto Eleitoral de Santo Afonso para ampliar atendimento biométrico

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A Justiça Eleitoral de Mato Grosso reativou nesta quarta-feira (8) o Posto Eleitoral de Atendimento de Santo Afonso (município distante a 257 km de Cuiabá), vinculado à 17ª Zona Eleitoral, com sede em Arenápolis (a 25 km dali). A medida foi formalizada pela Portaria nº 05/2025, assinada pela juíza eleitoral Marina Dantas Pereira, e tem como objetivo ampliar o atendimento e facilitar a coleta biométrica dos eleitores da região.

O posto passará a funcionar na Rua Marechal Deodoro, s/nº, Bairro Vila Alta, anexo ao prédio da Secretaria Municipal de Assistência Social de Santo Afonso. O atendimento ao público será realizado de segunda a sexta-feira, das 8h às 14h. A portaria também designou uma servidora pública indicada pela Prefeitura Municipal de Santo Afonso, como responsável pelo Posto Eleitoral. A nomeação está amparada no Acordo de Cooperação Técnica (ACT) nº 33/2025, firmado entre a Justiça Eleitoral e o município.

O posto utiliza um kit biométrico para o cadastramento de eleitores, composto por computador, scanner para coleta digital, câmera, pad para assinatura e cases para ambientação e transporte dos equipamentos, padronizados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). “É um posto eleitoral situado na sede do município, o que facilita o acesso aos eleitores de seções da zona rural como as glebas União e Pecuama, que fica a 60m da cidade”, afirmou o servidor do cartório da 17ª Zona Eleitoral, Ednilson de Souza Matos.

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Para receber atendimento, basta levar documento oficial com foto, que pode ser apresentado na versão física ou digital. No mutirão, o eleitor ou a eleitora já sai com o título em mãos e recebe orientação para baixar o título digital (com foto) por meio do aplicativo e-Título. Qualquer eleitor ou eleitora pode ser atendido em mutirões ou ações da Justiça Eleitoral em qualquer parte de Mato Grosso — não é necessário votar no local ou residir na cidade onde a ação é realizada.

Segundo a juíza Marina Dantas, a reativação do posto representa um reforço nas ações da campanha Biometria 100%, promovida pela Corregedoria Regional Eleitoral. “A descentralização do atendimento é fundamental para garantir que todos os eleitores de Santo Afonso possam realizar a coleta biométrica dentro do prazo legal, sem precisar se deslocar até Arenápolis”, destacou a magistrada.

A portaria tem vigência até maio de 2026, ao fechamento do cadastro eleitoral para as Eleições Municipais de 2026.

Em Santo Afonso, segundo dados do TRE-MT, a cobertura biométrica total alcançou a marca de 86,26%, o equivalente a 2.298 eleitores, dentro de um universo de 42.664 pessoas aptas a votar. Faltam 366 eleitores (13,74%) para a coleta integral no município.

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Jornalista Anderson Pinho

#PraTodosVerem – A imagem mostra o interior do Posto Eleitoral de Santo Afonso, onde uma servidora da Justiça Eleitoral atende uma eleitora sentada à frente de um computador. Ao fundo, há um banner da campanha “Biometria 100%” incentivando o cadastramento biométrico. O ambiente é simples e bem iluminado, com paredes brancas e faixa verde, mesa de atendimento e equipamentos de informática.

Fonte: TRE – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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