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Mato Grosso recebe equipe do Banco Mundial para acompanhar avanços na educação estadual

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A Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso (Seduc) recebe, entre os dias 14 e 24 de outubro, uma comitiva do Banco Mundial (BIRD) para a missão de supervisão do Projeto de Aprendizado Digital, Inclusivo e Sustentável (Padis). A iniciativa busca avaliar o andamento das ações do Padis e planejar as próximas etapas de implementação, reforçando a parceria que vem posicionando Mato Grosso como referência em educação pública inovadora e sustentável.

Durante a agenda, representantes da Seduc e técnicos do Banco Mundial vão realizar visitas a escolas, treinamentos e análise de indicadores e dos resultados já alcançados, além de discutir novas estratégias para ampliar o impacto social e educacional dos investimentos. O objetivo é garantir que os investimentos resultem em melhorias reais para os estudantes e para toda a comunidade escolar.

Para a Seduc, mais do que um acompanhamento técnico, a missão simboliza a consolidação de uma parceria estratégica que vem transformando a educação pública mato-grossense em um modelo de gestão orientado por evidências e boas práticas internacionais.

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“Esta parceria nos permite ir além do concreto e dos computadores. Estamos absorvendo as melhores práticas internacionais para consolidar a Seduc como um modelo de gestão responsável, inclusiva e sustentável”, afirmou o secretário de Estado de Educação, Alan Porto.

Entre os dias 14 e 15 de outubro, a programação contará com um treinamento em Salvaguardas Socioambientais e acompanhamento, voltado a gestores e técnicos envolvidos no Padis. A formação busca garantir que todas as ações do projeto sejam desenvolvidas sob princípios de responsabilidade social, inclusão e sustentabilidade ambiental.

Já nos dias 22 a 24, a agenda inclui reuniões técnicas com a Secretaria de Estado de Educação e visitas a escolas estaduais onde já estão em andamento ações voltadas à modernização da infraestrutura, inclusão digital e sustentabilidade nas unidades de ensino.

Educação 10 Anos

O Padis integra o programa EducAção 10 Anos, iniciativa estruturante do Governo de Mato Grosso para elevar a qualidade da educação pública no estado. Por meio de um contrato de financiamento de US$ 100 milhões firmado com o Banco Mundial, o projeto tem como metas fortalecer as práticas pedagógicas, modernizar a gestão escolar, ampliar a infraestrutura digital e construir escolas sustentáveis em todas as regiões do estado.

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Para o secretário Alan Porto, a atuação da Seduc tem consolidado Mato Grosso como referência em gestão responsável e orientada por evidências. Ele destaca que, com o avanço das políticas educacionais integradas ao projeto, a Seduc busca incorporar permanentemente práticas de gestão baseadas em evidências, eficiência e transparência, assegurando que os investimentos deixem resultados duradouros para a sociedade.

Os efeitos desse investimento já são visíveis. Em apenas seis anos, a rede estadual de ensino saiu da 22ª para a 8ª posição no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) no Ensino Médio.

“Esse resultado é fruto de uma política educacional pautada na formação continuada de professores, no uso inteligente de dados educacionais, na integração digital e na valorização dos profissionais da educação”, conclui o secretário Alan Porto.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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