MATO GROSSO

Bombeiros combatem incêndio em carreta que capotou na BR-364 e impedem que fogo chegue a assentamento

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) foi acionado, na tarde desta segunda-feira (13.10), para atender a uma ocorrência de incêndio em uma carreta que trafegava pela BR-364. O veículo capotou e pegou fogo, e as chamas se alastraram para a vegetação e a mata próximas ao assentamento Buritis, em Jaciara (a 147 km de Cuiabá).

Após o acionamento, a equipe da 9ª Companhia Independente Bombeiro Militar (9ª CIBM) se deslocou até o local e verificou que parte do veículo estava completamente tomada pelas chamas. O motorista foi encontrado em óbito.

A Polícia Civil e a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) ficaram responsáveis pelos procedimentos necessários para a identificação da vítima.

O incêndio apresentou rápida propagação em razão do clima seco e da presença de ventos fortes, alastrando-se para a vegetação e a mata próximas ao assentamento. Diante da situação, uma equipe concentrou esforços no combate ao incêndio no veículo, com o apoio da concessionária Rota do Oeste, enquanto outra equipe foi mobilizada para o combate ao incêndio na vegetação.

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Em virtude do difícil acesso e da mata fechada, os bombeiros optaram por realizar o combate indireto, construindo aceiros ao redor das residências do assentamento para proteger as propriedades. Nas áreas onde havia estradas e acesso favorável, foi realizado combate direto com o kit de combate a incêndio florestal.

Após o controle do incêndio e a eliminação dos riscos de propagação do fogo, a equipe orientou os assentados a manter o monitoramento da área durante o período noturno. Ninguém do assentamento ficou ferido.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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