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Cartório Eleitoral de Vera amplia horário de atendimento para 7h30 às 16h

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O Cartório da 36ª Zona Eleitoral, com sede no município de Vera (590 km de Cuiabá), ampliou o horário de atendimento de 7h30 às 13h30 para 7h30 às 16h. O novo funcionamento ficará ativo até o dia 12 de dezembro deste ano, com o objetivo de atingir a meta estabelecida no Projeto Biometria 100%, pela Corregedoria Regional Eleitoral (CRE) do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), que prevê o cadastramento biométrico de pelo menos 98% do eleitorado mato-grossense. 

 

Atualmente, o município de Vera conta com 7.296 pessoas aptas ao voto, sendo que deste total, 6.872, o correspondente a 94,19%, já cadastraram a biometria. Ainda faltam 424 eleitores e eleitoras (5,81%). No total da 36ª Zona Eleitoral, que responde também pelos municípios de Feliz Natal e Santa Carmem, do total de 18.145 pessoas aptas, 16.178, ou seja, 89,16% já fizeram o cadastro biométrico. A ampliação do horário pretende alcançar os 1.967 (10,84%) que precisam cadastrar a digital na Justiça Eleitoral. 

 

No pedido encaminhado à presidente do TRE-MT, desembargadora Serly Marcondes Alves, o juiz da 36ª Zona Eleitoral, Victor Lima Pinto Coelho, ressaltou a importância da ampliação do horário para o atingimento da meta e justificou que a equipe do Cartório foi dividida em dois grupos, para atender a população dentro do novo horário, atendendo aos princípios de economicidade e eficiência. “Diante do exposto, primando sempre por uma prestação jurisdicional de excelência aos nossos eleitores e o fiel cumprimento das metas desse Egrégio Tribunal, solicito à Vossa Excelência a apreciação e deferimento do presente pedido”. 

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Em resposta, a presidente do TRE-MT autorizou o funcionamento do Cartório em horário estendido, com uma recomendação. “Recomendo que o Cartório Eleitoral intensifique as ações de divulgação do novo horário junto aos meios de comunicação locais, visando ampliar o alcance da informação à população”, frisou a desembargadora Serly Marcondes Alves. 

 

Serviço 

 

O Cartório Eleitoral fica localizado na Av. Brasil, n° 1.692, bairro Centro, em Vera. O atendimento é feito de segunda a sexta-feira, agora no horário das 7h30 às 16h. Os telefones para contato são (66) 3199-0767 e (66) 99204-0204 (WhatsApp). 

 

Jornalista: Nara Assis 

 

#PraTodosVerem: A imagem mostra a fachada do Cartório Eleitoral da 36ª Zona Eleitoral. O prédio é de dois andares, com varandas no piso superior e portas de vidro e grades na entrada principal. Há um carro vermelho estacionado em frente ao local. 

Fonte: TRE – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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