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GM prende suspeito com mandado de prisão no Zero KM

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Ao ser dada ordem de parada, o homem desobedeceu e tentou fugir, colocando em risco a própria vida e a vida de terceiros. A guarnição iniciou o acompanhamento e obteve êxito em abordar o suspeito na Rua São José

A Guarda Municipal de Várzea Grande prendeu um homem de 46 anos, com mandado de prisão em aberto na manhã desta quarta-feira (5), na região do Zero Km. Conforme relato da GMVG, durante rondas pela região a guarnição avistou um indivíduo conduzindo uma motocicleta Honda Pop de cor preta, sem placa de identificação.

Ao ser dada ordem de parada, o homem desobedeceu e tentou fugir, colocando em risco a própria vida e a vida de terceiros. A guarnição iniciou o acompanhamento e obteve êxito em abordar o suspeito na Rua São José.

Durante a revista pessoal, nada de ilícito foi encontrado. No entanto, ao verificar o chassi da motocicleta, constatou-se que o veículo estava com a placa suprimida. Retirar ou ocultar a placa do veículo configura crime com base no Art. 311 do Código Penal, alterado pela Lei 14.562/2023. A penalidade pode incluir reclusão de três a seis anos e multa.

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Na checagem pessoal, foi verificado que havia um mandado de prisão em aberto por assalto à mão armada, expedido pela Comarca de Rondonópolis, em desfavor do suspeito.

Diante dos fatos, foi dada voz de prisão e o homem foi conduzido à Central de Flagrantes, sem lesões corporais e com uso de algemas, por haver risco de fuga.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Prefeita apoia moradores de área com risco de despejo em Várzea Grande

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A prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), participou, no início da noite desta quarta-feira (6), de uma reunião com moradores do bairro Princesinha do Sol para discutir a situação de cerca de 700 famílias que vivem na área e enfrentam uma ação de reintegração de posse, com prazo judicial de 60 dias para desocupação.

O encontro foi convocado pela presidente da comunidade, Diva Barão, após os moradores serem surpreendidos pela decisão judicial envolvendo a área, ocupada há mais de 20 anos. Também participaram da reunião o procurador-geral do município, Maurício Magalhães, a secretária de Desenvolvimento Urbano, Regularização Fundiária e Habitação, Manoela Rondon, a chefe de gabinete, Ana Helena, e o comandante da Guarda Municipal, Juliano Lemos.

Durante a reunião, a prefeita reafirmou o posicionamento da gestão municipal em defesa das famílias e informou que determinou ao procurador-geral que o Município se manifeste no processo como terceiro interessado.

“Não vamos deixar essas famílias desamparadas. Pedi ao procurador Maurício Magalhães que o Município se manifeste no processo para defender a permanência dos moradores e buscar uma solução legal e justa para todos”, afirmou Flávia Moretti.

A prefeita destacou ainda que o bairro Princesinha do Sol já estava incluído, desde 2025, no projeto de Regularização Fundiária Urbana (Reurb), formalizado neste ano pelo município. Segundo ela, além da discussão sobre eventual indenização ao suposto proprietário da área, também é necessário considerar os investimentos públicos já existentes ou previstos para a região.

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“Dentro do processo de Reurb, também é preciso considerar a indenização das áreas destinadas a equipamentos públicos, como escola, posto de saúde e demais estruturas essenciais para atender a população”, pontuou.

O procurador-geral do município, Maurício Magalhães, explicou os aspectos técnicos da ação judicial e ressaltou que a Prefeitura não havia sido intimada oficialmente até o momento.

“O Município nunca foi intimado nesta ação. Agora, vamos acompanhar o caso de perto e recorrer dentro das possibilidades legais para garantir os direitos da comunidade”, declarou.

Conforme informado durante a reunião, o advogado dos moradores conseguiu na Justiça a suspensão temporária da ordem de desocupação.

A presidente da comunidade, Diva Barão, destacou a mobilização dos moradores em busca de apoio jurídico e institucional diante da insegurança enfrentada pelas famílias.

“Os moradores ficaram assustados com a notícia de que teriam apenas 60 dias para sair daqui. São famílias em situação de vulnerabilidade social, muitas vivendo aqui há décadas. A presença da prefeita e a entrada do Município no processo como terceiro interessado são muito importantes para nossa comunidade”, afirmou.

A prefeita garantiu que continuará acompanhando o caso de perto, participando das reuniões e prestando apoio aos moradores, dentro dos limites legais, para a construção de uma solução para o conflito fundiário.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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