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Polícia Penal intercepta pacotes e impede entrada de 14 celulares levados por drones

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A Polícia Penal impediu que 14 celulares levados por drones chegassem às mãos de presos detidos na Penitenciária Major PM Eldo de Sá Correia – “Mata Grande”, em Rondonópolis, nesta quarta-feira (5.11). A primeira apreensão ocorreu na manhã de quarta, quando os policiais localizaram um pacote com três celulares e acessórios deixados por um drone que transportava os materiais ilícitos.

Na ação, a equipe antidrone da penitenciária foi mobilizada e conseguiu interceptar o pacote com os materiais, que foi deixado pelo aparelho móvel próximo ao Raio 2 da unidade. Os policiais penais apreenderam três celulares, além de uma fonte de carregador, cabos e outros acessórios.

Já na noite de quarta-feira, os policiais das torres de vigilância informaram sobre a aproximação de outro dispositivo no espaço aéreo da unidade prisional. O drone estava sobrevoando o Raio 2. Novamente, a equipe antidrone entrou em ação e conseguiu interceptar a carga lançada pelo aparelho apreendendo 11 celulares, três carregadores portáteis, quatro carregadores e um cabo.

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A direção da penitenciária realiza operação contínua de monitoramento nos perímetros interno e externo para coibir a aproximação de drones e lançamento de materiais ilícitos.

Entre janeiro e a primeira semana deste mês, as equipes da unidade prisional de Rondonópolis abateram mais de 20 drones que foram interceptados ao sobrevoar a penitenciária tentando levar materiais proibidos, a maioria deles, aparelhos celulares.

A direção destaca o compromisso com as normas de segurança do local, atuando com equipes especializadas de Policiais Penais que trabalham para monitorar, interceptar e abater drones não autorizados na região.

*Sob supervisão da jornalista Raquel Teixeira

Fonte: Governo MT – MT

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Após feminicídio, secretária reforça importância de vítimas de violência manterem medidas protetivas

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A chefe do Gabinete de Enfrentamento à Violência de Gênero contra a Mulher, Mariell Antonini, reforçou a importância das vítimas de violência doméstica confiarem na rede de proteção e manterem as medidas protetivas.

O alerta foi feito após uma mulher, identificada como Gleici Fátima Machado Ritter, de 37 anos, ser assassinada a tiros, nesta terça-feira (23.6), em Guarantã do Norte. O principal suspeito é o companheiro dela, de 33 anos. O crime está sendo investigado pela Polícia Civil como feminicídio consumado.

Ele já possuía um longo histórico de violência doméstica contra a vítima. Em novembro de 2025, após um pedido feito pela própria vítima, a medida protetiva que existia contra o investigado foi revogada e ele voltou a responder ao processo em liberdade.

“É importante que toda mulher compreenda que o rompimento do ciclo da violência nem sempre é um processo simples. Muitas vezes, existem obstáculos relacionados à dependência afetiva, dependência econômica, medo, preconceito e outros fatores que dificultam a tomada de decisão. Por isso, é fundamental buscar apoio, acreditar na rede de proteção e no sistema de Justiça”, destacou.

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Segundo Mariell Antonini, a violência doméstica costuma seguir um ciclo que tende a se agravar ao longo do tempo.

“A violência é cíclica e, muitas vezes, começa com sinais que podem parecer menos graves, mas pode evoluir para situações cada vez mais letais, culminando na morte da vítima. Ameaças e agressões precisam ser compreendidas como sinais de alerta, e a busca por ajuda deve acontecer o quanto antes”, afirmou.

As primeiras denúncias contra o suspeito foram registradas em 2023, quando Gleici procurou as autoridades para relatar episódios de violência doméstica. Em 2024, novas intervenções policiais ocorreram por crimes como lesão corporal, injúria e posse irregular de arma de fogo, todos envolvendo o mesmo casal.

Já em julho de 2025, o suspeito foi preso em flagrante por lesão corporal no contexto de violência doméstica, após a vítima acionar as forças de segurança. Na ocasião, foram concedidas medidas protetivas de urgência em favor de Gleici. Meses depois, entretanto, a vítima solicitou a revogação da medida, o que resultou na liberdade do suspeito.

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Fonte: Governo MT – MT

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