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Polícia Civil cumpre 41 ordens judiciais contra facção criminosa envolvida em extorsão de empresários em Sinop

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou na manhã desta segunda-feira (24.11), a Operação Primun, para cumprimento de 41 ordens judiciais, com alvo em uma facção criminosa, atuante em Sinop e região e com conexões no estado do Rio de Janeiro.

As ordens judiciais, sendo 12 mandados de prisão temporária, 10 de busca e apreensão domiciliar, 12 sequestros de de bens e ativos, três sequestros de veículos e quatro medidas cautelares diversas, foram expedidas pela 5ª Vara Criminal de Sinop.

Os alvos são suspeitos do crime de extorsão, no valor superior a R$ 169 mil, praticado contra dois empresários do município de Sinop. Os mandados foram expedidos com base em investigações conduzidas Delegacia de Repressão ao Crime Organizado de Sinop são cumpridos no município mato-grossense e quatro delas na cidade do Rio de Janeiro (RJ).

O cumprimento das ordens judiciais conta com o apoio da equipe da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Sinop. A ação resultou na apreensão de três armas de fogo tipo pistola e no sequestro do valor de R$ 169 mil.

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A operação integra o planejamento estratégico da Polícia Civil por meio da operação Inter Partes, dentro do programa Tolerância Zero, do Governo de Mato Grosso, que tem intensificado o combate às facções criminosas em todo o Estado.

Fonte: Governo MT – MT

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Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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