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Polícia Civil prende homem suspeito de estuprar criança de quatro anos de idade

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A Polícia Civil prendeu, nesta segunda-feira (1º.12), o suspeito pelo crime de estupro de vulnerável, cuja vítima seria uma criança de quatro anos de idade, em Sinop. Ele foi denunciado há cerca de 15 dias pela mãe da vítima. Desde então, foram iniciadas diligências com o objetivo de apurar o fato.

Conforme relato da mãe, a filha teria ficado sob a guarda de um vizinho, amigo da família de longa data. A criança já teria ficado sob a tutela do suspeito em outras situações pontuais. Desta vez, a necessidade teria sido para a mãe visitar o companheiro que se encontrava preso, em Sinop.

Passados alguns dias, a criança teria contado à mãe que o vizinho teria introduzido o dedo em sua genitália, naquela ocasião, situação que fez com que a mãe procurasse a delegacia e denunciasse o fato.

Diante do apurado, a Polícia Civil efetuou os procedimentos de praxe, com o pedido de exame de corpo de delito, oitiva com as partes envolvidas (suspeito, vítima, testemunhas), bem como requereu o mandado de prisão preventiva.

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A decisão foi proferida pela Justiça e o mandado cumprido, no final da tarde desta segunda-feira (1º), por policiais da Delegacia Especializada de Defesa da Mulher, Criança, Adolescente e Idoso (DEDMCAI), em Sinop.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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