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Reunião de alinhamento estratégico do NCJUD: Cooperação, Excelência e Inovação no TJMT

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O Núcleo de Cooperação Judiciária (NCJUD), do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, realizou uma reunião de alinhamento estratégico com magistrados da sua composição e juízes que atuarão nos polos judiciais. O encontro teve como eixo conceitual a máxima de que “a cooperação não é uma opção. É uma necessidade”, com foco em aprimorar a padronização, modernizar processos e fortalecer as práticas institucionais.

O desembargador Wesley Sanchez Lacerda, supervisor do NCJUD, destacou que a iniciativa reafirma o compromisso do Judiciário mato-grossense com a inovação e a integração. Ele ressaltou que o esforço coletivo da magistratura foi determinante para a inédita conquista do Selo Diamante no Prêmio CNJ de Qualidade, um reconhecimento de excelência nacional.

O desembargador enfatizou que a reunião é um momento de prestação de contas, sublinhando a contribuição do NCJUD para o Selo Diamante. O objetivo central do Núcleo, que atua como integrador institucional, é modernizar e desburocratizar a prestação jurisdicional, entregando uma justiça mais célere e acessível ao cidadão.

A juíza Henriqueta Fernanda Chaves, coordenadora do NCJUD, apresentou a estruturação metodológica do modelo de cooperação. A atuação é organizada por polos judiciais, valorizando a expertise de cada magistrado e considerando as dimensões e peculiaridades regionais de cada comarca. Ela observou que a atuação por polos é tática e operacional e que a consolidação institucional exige que as iniciativas já existentes sejam comunicadas ao Núcleo para fins de mensuração estatística junto ao CNJ.

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A gestora do NCJUD, Valéria Ferraz, ressaltou os resultados exitosos da cooperação, como o estímulo à participação de magistrados e servidores, evidenciado pelo Prêmio Consensualidade. Um exemplo de inovação premiada foi a iniciativa do Cejusc da Fazenda Pública, que buscou simplificar o fluxo para o pagamento de honorários periciais em processos de justiça gratuita, desburocratizando um procedimento historicamente moroso.

O juiz Bruno D’Oliveira Marques, coordenador do Cejusc, explicou a origem da proposta: “Eu, como coordenador, pensamos em criar um procedimento simplificado para honorários periciais. Verificamos que uma das demandas era o recebimento de honorários judiciais e procuravam o Cejusc para fazer acordo. […] Pensamos, verificamos modelos, adequamos e fomos adiante, e essa congregação de esforços”.

No debate sobre a importância da cooperação interinstitucional, o juiz Geraldo Fidelis propôs a realização, no próximo ano, de um grande evento integrado com foco no sistema carcerário, reunindo representantes de estados vizinhos. A sugestão foi imediatamente acolhida pelo Desembargador Wesley.

Por fim, a reunião balizou o uso do Portal NCJUD reformulado e da cartilha de cooperação nacional como instrumentos essenciais para fortalecer a comunicação interna, padronizar procedimentos e ampliar a eficiência das práticas cooperativas no Judiciário mato-grossense.

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Autor: Patrícia Neves

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Departamento: Coordenadoria de Comunicação Social do TJMT

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Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Tribunal de Justiça de MT

Júri de Tangará da Serra condena três homens a mais de 90 anos de reclusão

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O Tribunal do Júri de Tangará da Serra condenou três homens a penas que, somadas, ultrapassam 90 anos de reclusão pelos crimes de homicídio qualificado, roubo majorado e corrupção de menores. A sessão de julgamento foi presidida pelo juiz da 1ª Vara Criminal da comarca, Ricardo Frazon Menegucci e durou cerca de 17 horas, teve início as 9h de quinta-feira (09) e foi encerrada na madrugada desta sexta-feira (10).
Os crimes ocorreram em maio de 2024, em um contexto de disputa entre facções criminosas. A acusação aponta que os réus invadiram uma residência, renderam os moradores, levaram a vítima para uma área de pastagem, onde foi assassinada. Os réus ainda subtraírem uma motocicleta e aparelhos celulares e envolverem dois adolescentes na ação criminosa.
Os jurados reconheceram a autoria e a materialidade dos crimes, acolheram todas as qualificadoras do homicídio constantes da decisão de pronúncia e condenaram os réus E.S.S., G.M.A. e G.N.S. também pelos crimes conexos de roubo majorado e corrupção de menores.
Na sentença, o juiz fixou a pena de 29 anos e 20 dias de reclusão para E.S.S., 29 anos e 20 dias de reclusão para G.M.A. e 33 anos, 7 meses e 13 dias de reclusão para G.N.S. Os três também foram condenados ao pagamento de 10 dias-multa e deverão cumprir a pena em regime inicial fechado.
Ao proferir a sentença, o magistrado determinou a execução imediata das penas, conforme entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a soberania dos veredictos do Tribunal do Júri.
O processo tramita no Processo Judicial Eletrônico (PJe) sob o nº 1007264-63.2024.8.11.0055. A sentença é passível de recurso.

Autor: Alcione dos Anjos

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Departamento: Assessoria de Comunicação da CGJ-TJMT

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Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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