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Assembleia promoveu sessão especial pelos 25 anos do curso de filosofia da UFMT

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Para celebrar os 25 anos de criação do curso de filosofia da Universidade Federal de Mato (UFMT), a Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) realizou sessão especial na noite de ontem (10). No auditório do Instituto de Ciências Humanas e Sociais (ICHS), a solenidade proposta pelo deputado Wilson Santos (PSD) encerrou a programação da XVII Semana de Filosofia reconhecendo professores e técnicos que marcaram a história da formação filosófica no estado com a entrega de títulos de cidadão mato-grossense e moções de aplausos.

Natural da Grande São Paulo, a professora Maria Cristina Theobaldo foi agraciada com o título de cidadã mato-grossense. Ela descreveu a data como um marco para toda a comunidade acadêmica. “Estamos comemorando todos os ganhos que o curso de filosofia conquistou nesses últimos 25 anos. O mais significativo é a formação de pessoas em filosofia, professores, pesquisadores”, destacou.

Ela celebrou também a expansão da pós-graduação. “Estamos inaugurando este ano o nosso doutorado em filosofia. É mais um motivo para comemorar”, disse. A professora ainda falou sobre o reconhecimento recebido. “Estou há quase 40 anos em Mato Grosso e já me sentia mato-grossense há um tempo. Agora sou de direito, não só de fato”, declarou.

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Já o professor Roberto Barros Freire, também homenageado com o título de cidadania, lembrou o desafio de idealizar o curso ainda inexistente no estado e se mostrou contente com a consolidação do curso 25 anos depois. “Foi muito interessante ver o trabalho coletivo, o esforço dos professores. Cheguei aqui de São Paulo para implantar o curso e 15 anos depois eu consegui. Hoje, acho que minha contribuição foi formar professores que hoje atuam no ensino básico”, relatou. Sobre a homenagem, disse ter sido surpreendido. “Eu esperava receber uma moção de aplausos. Eu já era mato-grossense do coração. Agora, sou de direito também. Fiquei muito honrado”, afirmou.

Foto: Samantha dos Anjos

O deputado Wilson Santos, autor da lei que tornou obrigatória a disciplina de filosofia no ensino médio mato-grossense há 28 anos, ressaltou sua ligação com a UFMT e a importância do curso para o desenvolvimento humano. “Eu gosto muito de uma frase que diz que mais importante que inaugurar obras é inaugurar gente. E aqui é uma fábrica de gente. O curso de filosofia imprime princípios, valores éticos, humaniza e constrói cidadãos muito mais críticos”, afirmou.

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Ele também relembrou que iniciou sua trajetória política na universidade. “Comecei a minha vida política aqui no movimento estudantil. Devo muito a esta instituição. Hoje retorno para celebrar o impacto dessa lei e homenagear professores e acadêmicos que constroem essa história”, frisou o parlamentar.

Veja abaixo a lista completa dos homenageados.

Título de Cidadão Mato-Grossense

1. Maria Cristina Theobaldo

2. Roberto Barros Freire

Moção de Aplausos – Professores

3. Antônio Crisóstomo do Prado

4. Aristides Januário da Costa Neto

5. José Carlos Leite

6. Josita Correto da Rocha Priante

7. Lívio dos Santos Wogel

Moção de Aplausos – Técnicos Administrativos

8. Geisa Luiza de Arruda

9. Jussara Alves da Silva

Fonte: ALMT – MT

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Corregedoria da ALMT troca experiências com CGE para aprimorar procedimentos

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Nessa quarta-feira (11), a Corregedoria-Geral da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) realizou uma visita à Controladoria-Geral do Estado (CGE-MT) para trocar experiências e conhecer práticas adotadas na condução das atividades correcionais. O encontro permitiu à equipe da Assembleia aprofundar conhecimentos sobre procedimentos, sistemas, fluxos de trabalho e mecanismos utilizados pelo órgão de controle do Poder Executivo estadual.

Segundo o corregedor-geral da Assembleia Legislativa, Gabriel Machado dos Santos Costa, a visita foi uma oportunidade de aprendizado e intercâmbio entre as instituições. “A Corregedoria da Assembleia é um órgão relativamente jovem, com pouco mais de dez anos de criação, enquanto a CGE já possui uma trajetória mais consolidada. Viemos conhecer os procedimentos, os sistemas, os fluxos de trabalho e a experiência que eles acumularam ao longo dos anos para que possamos aprimorar cada vez mais nossa atuação”, afirmou.

Durante a reunião, o corregedor-geral da Casa de Leis e os analistas Larissa Coelho, Valdilson Silva e Nelson de Carvalho Júnior conheceram a estrutura da Corregedoria-Geral da CGE, os instrumentos utilizados na condução dos processos disciplinares e as rotinas adotadas para garantir maior eficiência na apuração de irregularidades e na promoção da integridade no serviço público.

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Além da troca de experiências, a equipe da Assembleia também foi apresentada às alterações promovidas pela Lei Complementar nº 845/2026, publicada no último dia 9. A nova norma atualizou dispositivos da Lei Complementar nº 04/1990 relacionados aos processos administrativos disciplinares dos servidores públicos estaduais.

De acordo com Gabriel Machado, as mudanças representam um avanço para a atuação das corregedorias ao trazer mais detalhamento sobre procedimentos que fazem parte da rotina dos órgãos correcionais. “A lei antes era muito vaga e agora acabou pormenorizando toda a questão dos procedimentos que fazem parte do dia a dia da Corregedoria. Antes precisávamos buscar referências na União, em outros estados e até mesmo em outros órgãos para complementar o suporte jurídico. Agora ela trouxe essas previsões para dentro da legislação estadual”, explicou.

Entre as mudanças destacadas estão o detalhamento das investigações preliminares e a incorporação à legislação estadual de procedimentos que já eram adotados pelas corregedorias, mas que não possuíam previsão legal expressa, proporcionando mais segurança jurídica e uniformidade na condução dos processos.

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Outro ponto ressaltado por Gabriel Machado foi a criação do instituto da ciência ficta, que permite considerar formalmente cientificado o servidor ou ex-servidor que não se manifesta após ser comunicado pelos canais oficiais cadastrados. A atualização da legislação também trouxe regras mais claras para a responsabilização administrativa em casos envolvendo crimes graves e participação em organizações criminosas, estabelecendo critérios mais objetivos para a atuação dos órgãos correcionais, enquanto prevê mecanismos de solução consensual para infrações de menor gravidade.

Para o corregedor-geral da ALMT, o contato com a CGE foi importante justamente porque muitas das inovações incorporadas à legislação surgiram a partir da experiência prática dos órgãos de controle. “Essa troca de experiências é fundamental porque nos permite conhecer soluções que já vêm sendo aplicadas e aperfeiçoar nossos próprios procedimentos. O objetivo é fortalecer a atuação da Corregedoria da Assembleia e garantir cada vez mais segurança jurídica e eficiência aos processos”, concluiu.

Fonte: ALMT – MT

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