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Setasc alerta para fraude com pedidos de documentos em nome do SER Família

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A Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc) alerta a população sobre uma tentativa de golpe, com o uso indevido do nome do programa SER Família, especialmente com falsas promessas de entrega de cestas natalinas e liberação de cartões de benefício.

Criminosos estão entrando em contato com cidadãos, principalmente por aplicativos de mensagens, como o WhatsApp, solicitando o envio de fotos para suposto reconhecimento facial ou o encaminhamento de documentos pessoais, como RG e CPF, sob a justificativa de “liberar” benefícios sociais.

A Setasc reforça que essa prática é fraudulenta, pois não solicita fotos, documentos pessoais ou dados bancários por meio de aplicativos de mensagens para concessão de qualquer benefício social.

Todas as informações sobre programas sociais, critérios de acesso e logística de entrega de benefícios são divulgadas exclusivamente pelos canais institucionais do Governo de Mato Grosso e pelas secretarias municipais de Assistência Social.

Orientações à população

A Secretaria orienta que, em caso de abordagem suspeita:

  • Não envie fotos, documentos ou dados pessoais por WhatsApp ou outros aplicativos de mensagens;
  • Desconfie de promessas de benefícios vinculadas a pedidos de informações pessoais;
  • Busque sempre confirmação nos canais oficiais do Governo de Mato Grosso ou junto à Secretaria Municipal de Assistência Social do seu município.
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A Setasc destaca que a atenção e a colaboração da população são fundamentais para evitar que criminosos se aproveitem da boa-fé de famílias em situação de vulnerabilidade. Em caso de recebimento de mensagens suspeitas, a orientação é não responder e registrar denúncia junto às autoridades competentes.

O Governo do Estado reafirma o compromisso do programa SER Família em garantir assistência social com responsabilidade, transparência e segurança das informações dos cidadãos.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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