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Polícia Civil prende motorista de aplicativo faccionado envolvido em homicídio em Sorriso

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Um motorista de aplicativo vinculado a uma fação criminosa e envolvido em um homicídio ocorrido no mês de outubro em Sorriso teve o mandado de prisão cumprido em operação da Polícia Civil, realizada na tarde de segunda-feira (15.12), no município.

Na operação, foram cumpridas cinco ordens judiciais, expedidas pela 1ª Vara Criminal de Sorriso, dentre elas a prisão preventiva do faccionado, de 27 anos, e quatro mandados de busca e apreensão em endereço distintos. A ação resultou na apreensão de drogas e de outro suspeito por tráfico.

As ordens judiciais foram deferidas pela Justiça com base em investigações da Delegacia de Sorriso que apuram o homicídio de Fábio Rone Azevedo, de 43 anos, ocorrido no último dia 26 de outubro, em uma quitinete em Sorriso.

A vítima, oriunda do estado de Rondônia, onde tinha envolvimento com facções criminosas, estava morando no local há 15 dias, e foi alvejada por mais de 10 disparos de arma de fogo, efetuados por dois homens em uma motocicleta.

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Assim que foi acionada dos fatos, a equipe da Polícia Civil iniciou as diligências para apuração do homicídio, conseguindo identificar os executores, assim como o motorista de aplicativo, responsável por entregar a arma aos suspeitos para matar a vítima.

Ainda segundo as investigações, o motorista teria combinado um local, onde ficou esperando os executores para que devolução da arma após o crime. Diante dos elementos apurados, o delegado Bruno França representou pelos mandados de prisão dos suspeitos, que foram deferidos pela Justiça.

A prisão do motorista de aplicativo foi realizada na tarde de segunda-feira (15), em via pública em Sorriso. O alvo já vinha sendo monitorado e os policiais esperaram o melhor momento para efetuar a prisão. Na operação também foram cumpridos quatro mandados de buscas que resultaram na apreensão de drogas e na prisão de uma pessoa em flagrante.

Os presos foram conduzidos à Delegacia de Sorriso para as providências cabíveis e posteriormente colocados à disposição da Justiça.

Os dois investigados apontados como executores da vítima também tiveram mandados de prisão decretados pela Justiça, porém seguem foragidos. As investigações seguem em andamento para prisão de todos os envolvidos no crime.

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Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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