Tribunal de Justiça de MT

Com campanha Zero Impressora, CJUD atinge marca histórica de economia de papel no TJMT

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A Coordenadoria Judiciária (CJUD) do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) encerrou 2025 com um resultado marcante: a redução de aproximadamente 90% no uso de papel por seus servidores. O avanço, fruto de ações contínuas de conscientização e transformação digital, garantiu à Coordenadoria o Selo Ouro no Desafio Sustentável de 2025.

“Zero Impressora” – Criado em 2024, o Esquadrão da Sustentabilidade liderou as iniciativas ambientais dentro da CJUD. Em 2025, a principal ação foi a Campanha de Impressão Zero, que incentivou servidores a substituir impressões por processos digitais sempre que possível.

Para acompanhar os resultados, a Coordenadoria passou a monitorar mensalmente o número de impressões feitas por cada departamento. As unidades que conseguiram zerar o uso de papel no período receberam uma “medalha de ouro”, reconhecimento simbólico que estimulou um clima positivo e colaborativo em torno da sustentabilidade.

Redução no uso de papel – A queda expressiva no consumo de papel também foi impulsionada por mudanças tecnológicas adotadas pela CJUD. A modernização de rotinas, a automação de tarefas e o uso de ferramentas de Inteligência Artificial contribuíram diretamente para que as unidades trabalhassem com mais eficiência e menos dependência de impressões.

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Uma das ações foi a orientação para que servidores utilizassem o QR-Code disponível nos mandados, reduzindo a necessidade de imprimir documentos destinados às partes. A medida alinhou sustentabilidade e celeridade processual, além de fortalecer práticas de trabalho mais econômicas e modernas.

A combinação de campanhas de conscientização e ferramentas digitais garantiu que as ações sustentáveis fossem reais e mensuráveis, consolidando a CJUD como referência em gestão ambiental dentro do Judiciário mato-grossense.

Autor: Vitória Maria Sena

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

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Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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TJMT reconhece direito de cliente negativada após contestação de compra não entregue

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A imagem apresenta uma balança dourada, símbolo da justiça, centralizada em um fundo branco. À direita da base da balança, as letras "TJMT" em dourado. No lado direito, a frase "2ª INSTÂNCIA" em azul e "DECISÃO DO DIA" em azul escuro e negrito. No lado esquerdo, três linhas horizontais azul-marinho.Resumo:

  • Consumidora negativada após contestar compra não entregue conseguiu aumentar a indenização de R$ 3 mil para R$ 8 mil.

  • A falha no serviço bancário foi reconhecida e a dívida declarada inexistente.

Uma consumidora conseguiu elevar de R$ 3 mil para R$ 8 mil o valor da indenização por ter sido negativada mesmo após contestar a cobrança diretamente com a operadora de cartão de crédito. A decisão é da Primeira Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, que considerou insuficiente o valor fixado anteriormente.

O recurso foi relatado pelo desembargador Ricardo Gomes de Almeida e parcialmente provido por unanimidade.

Segundo o processo, a cliente comprou materiais de construção com cartão de crédito, mas os produtos não foram entregues e a empresa vendedora encerrou as atividades. Diante da situação, ela procurou a operadora do cartão e formalizou a contestação da cobrança, procedimento comum quando o consumidor não reconhece ou não recebe a compra. Inicialmente, recebeu um crédito provisório enquanto a administradora analisava o caso.

Mesmo após a contestação, os valores voltaram a ser lançados na fatura e a consumidora teve o nome incluído em cadastro de inadimplentes. Para o relator, ao ser comunicada da irregularidade, cabia à operadora adotar medidas para apurar a transação e evitar prejuízo à cliente, o que não ocorreu.

Na decisão de primeira instância, foi reconhecida a falha na prestação do serviço, declarada a inexistência da dívida e fixada indenização de R$ 3 mil, além da determinação de retirada da restrição.

Ao julgar o recurso, o relator destacou que a negativação indevida gera dano moral presumido, ou seja, não exige prova do prejuízo. Também ressaltou que a indenização deve compensar a vítima e servir de alerta para evitar novas falhas.

Diante disso, entendeu que o valor anteriormente fixado não era suficiente para cumprir essas finalidades, especialmente considerando a gravidade do caso e o porte econômico da instituição financeira, elevando a indenização para R$ 8 mil.

O pedido de multa diária pelo descumprimento da ordem de retirada do nome dos cadastros restritivos foi negado, pois a restrição já havia sido excluída.

Processo nº 1034397-25.2024.8.11.0041

Autor: Flávia Borges

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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