MATO GROSSO

Escola de Saúde Pública promove residência multiprofissional em 2026

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A Escola de Saúde Pública (ESP-MT), vinculada à Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), vai ofertar 29 vagas em cinco programas de residências multiprofissionais em 2026 para contribuir diretamente com a melhoria do cuidado ofertado à população.

O início das residências está previsto para março. As informações sobre o processo seletivo, incluindo cronograma, critérios e etapas de seleção, serão divulgadas em breve pela Secretaria.

“Celebramos a criação dos primeiros programas de residência em área profissional da saúde, o que será muito significativo para a formação dos servidores de saúde de Mato Grosso e para melhorar o atendimento pelo Sistema Único de Saúde [SUS], sempre de forma gratuita”, destacou o secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo.

A ESP vai oferecer 11 vagas de residência multiprofissional em Atenção Básica – Saúde da Família, com o desenvolvimento das atividades formativas e cenários de prática nos municípios de Cáceres (5 vagas) e Várzea Grande (6 vagas). Haverá ainda seis vagas em Atenção à Saúde da Mulher e seis vagas em Saúde Mental e Atenção Psicossocial.

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O Hospital Regional de Cáceres terá três vagas em residência multiprofissional em Atenção Oncológica e o Hospital Regional de Sorriso vai ofertar três vagas em residência em Enfermagem Obstétrica.

Segundo a superintendente da Escola de Saúde Pública, Silvia Tomaz, a criação destas residências foi aprovada na plenária da Comissão Nacional de Residências Multiprofissionais em Saúde, do Ministério da Educação, e vai fortalecer a inserção qualificada de profissionais na rede pública de saúde.

“As novas residências da Escola de Saúde Pública representam um avanço inédito na política estadual de formação em serviço, ampliando de forma expressiva a capacidade formativa do SUS em Mato Grosso”, afirmou.

De acordo com Silvia, a ESPT vai ampliar o cenário de residência nas 16 regiões de saúde e, além da criação das residências multiprofissionais, também conquistou importantes avanços na residência médica, reafirmando o compromisso com a ampliação da formação especializada e o fortalecimento da rede assistencial.

A residência médica em Psiquiatria, no Ciaps Adauto Botelho, será ampliada de 2 para 4 vagas e, a residência médica em Ortopedia e Traumatologia, no Hospital Metropolitano, vai aumentar de 2 para 3 vagas.

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“Os avanços conquistados representam um marco para a Secretaria de Estado de Saúde, que passa a implantar, de forma inédita, programas de residência em área profissional da saúde. A ampliação das residências médicas também qualifica a Rede de Atenção à Saúde em todo o Estado”, concluiu.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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