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Polícia Civil prende no Maranhão foragido acusado de homicídio

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Um homem, considerado foragido da Justiça por homicídio em Tapurah, teve o mandado de prisão cumprido, nesta quinta-feira (22.1), após ação conjunta das Polícias Civis de Mato Grosso e do Maranhão.

Após troca de informações entre as Polícias dos dois estados, o procurado, que estava foragido há mais de cinco anos, foi localizado na cidade de Caxias (MA). A prisão integra os trabalhos da segunda fase da Operação Blacklist, deflagrada pela Delegacia de Tapurah, com foco na prisão de foragidos da Justiça.

O crime ocorreu em novembro de 2020, quando a vítima Ermínio Soares Pereira Júnior, de 39 anos, discutiu com um grupo de pessoas por motivo fútil.

Um tempo depois, um dos investigados atraiu a vítima até outro local onde estavam os demais suspeitos, que atacaram com golpes de faca. Dois amigos da vítima tentaram ajudá-la, mas também foram feridos pelos investigados.

No curso das investigações, todos os suspeitos foram identificados sendo representado pelas ordens judiciais, que foram deferidas pela Justiça. O homem, preso nesta quinta-feira (22), era o único que ainda estava foragido.

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Após ter a ordem judicial cumprida, ele foi conduzido à Delegacia de Caxias (MA), para as providências cabíveis, sendo posteriormente colocado à disposição da Justiça.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

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