POLÍCIA

Investigação da Polícia Civil resulta em condenação dos quatro envolvidos na morte de sargento da PM

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As investigações da Polícia Civil de Mato Grosso para elucidar o homicídio qualificado que vitimo o sargento da Polícia Militar, Djalma Aparecido da Silva, resultou na condenação dos envolvidos no crime que somam mais de 112 anos de prisão.

Os quatro réus foram julgados pelo Tribunal do Júri e a sentença proferida na terça-feira (27.1), sendo condenados por homicídio qualificado e organização criminosa, com penas individuais que variam entre 21 e 33 anos de reclusão, todas a serem cumpridas em regime inicialmente fechado.

O crime ocorreu no dia 22 de janeiro de 2024, no município de Pedra Preta. A vítima foi executada por diversos disparos de arma de fogo enquanto caminhava pela calçada.

Atuaram na força-tarefa para esclarecer o homicídio as equipes da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Rondonópolis, em conjunto com as Delegacias de Pedra Preta, Alto Taquari, Alto Garças e Núcleo de Inteligência da Delegacia Regional de Rondonópolis.

Investigação

O trabalho investigativo resultou na deflagração da operação Black Stone, no dia 25 de março de 2024, com o cumprimento de 13 mandados de busca e apreensão e quatro mandados de prisão preventiva, nas cidades de Pedra Preta, Rondonópolis e Cuiabá.

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A operação teve como foco a responsabilização de todos os envolvidos no crime, desde os responsáveis pelo monitoramento e vigilância da vítima até os executores e apoiadores da ação criminosa.

A Polícia Civil identificou o veículo utilizado no crime, Renault Sandero, localizado incendiado no bairro Morumbi, horas após o homicídio. Também foi possível mapear toda a dinâmica da ação criminosa, incluindo o acompanhamento da rotina do policial militar nos municípios onde prestava serviço.

A operação representou uma etapa fundamental da investigação, permitindo a consolidação da autoria e da materialidade delitiva.

Processo Criminal

O Ministério Público do Estado de Mato Grosso ofereceu denúncia contra quatro réus identificados pela Polícia Civil, que foram julgados pelo Tribunal do Júri da Comarca de Pedra Preta.

Em sentença proferida em 27 de janeiro de 2026. Os quatro réus foram condenados por homicídio qualificado e organização criminosa, com penas individuais que variam entre 21 e 33 anos de reclusão, todas a serem cumpridas em regime inicialmente fechado.

Somadas, as condenações totalizam mais de 112 anos de prisão, além da aplicação de dias-multa, refletindo a gravidade dos crimes praticados e a robustez do conjunto probatório produzido pela Polícia Civil.

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Trabalho concluso

A Polícia Civil reafirma seu compromisso com a elucidação de crimes graves, especialmente aqueles cometidos contra agentes de segurança pública, destacando que o resultado alcançado é fruto de investigação qualificada, integração entre unidades e atuação firme no combate à criminalidade organizada.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLÍCIA

Polícia Civil prende homem que usava nome falso há 10 anos

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A Polícia Civil prendeu, nessa sexta-feira (29.5), em Pontes e Lacerda, um homem, de 51 anos, que estava vivendo com um nome falso há 10 anos.

O caso teve início após uma denúncia da Polícia Federal. Acompanha de agentes da PF, uma equipe da Delegacia de Pontes e Lacerda foi até uma oficina mecânica no bairro Nossa Senhora Aparecida, onde o suspeito estava trabalhando.

No local, o suspeito foi encontrado e questionado. A princípio, ele informou o nome falso, com o qual ele até mesmo já cumpria uma pena em regime aberto por tráfico de drogas, e entregou uma Carteira de Habilitação com esses dados.

Porém, quando os policiais falaram seu nome verdadeiro, ele confirmou a falsidade e disse que o motivo era que possuía pendências na Justiça (também por tráfico de drogas) com o nome real e, por isso, criou uma nova identidade há cerca de 10 anos.

O investigado não informou onde conseguiu confeccionar os documentos, mas afirmou ter sido em Teresina (PI) e que pagou, à época, R$ 15 mil.

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Ele e todos os documentos falsos foram encaminhados para a delegacia, onde o caso foi registrado como falsidade ideológica.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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