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Inscrições em residências da Escola de Saúde Pública acabam neste domingo (1º)

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A Escola de Saúde Pública (ESP-MT), vinculada à Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), encerra, neste domingo (1º.2), as inscrições para cinco programas de residência na área da saúde em Cáceres, Cuiabá, Sorriso e Várzea Grande.

O processo seletivo tem 28 vagas nos perfis profissionais de enfermagem, farmácia, fisioterapia, nutrição, odontologia, psicologia e serviço social.

São cursos de pós-graduação lato sensu, nas modalidades multiprofissional e uniprofissional, com bolsa no valor bruto de R$ 4.106,09.

A residência poderá ser feita nas áreas de Oncologia, em Cáceres; Saúde da Família, em Cáceres e em Várzea Grande; Atenção Psicossocial, em Cuiabá; Saúde Integral da Mulher, em Cuiabá; e Enfermagem Obstétrica, em Sorriso.

Quem tiver interesse pode se inscrever, gratuitamente, até as 23h59 (no horário de Brasília) deste domingo, por meio do site da Secretaria.

Conforme a superintendente da Escola de Saúde Pública, Silvia Tomaz, as vagas contemplam áreas estratégicas e diferentes cidades, aproximando a formação da realidade dos serviços de saúde.

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“As residências contribuem diretamente para a melhoria da assistência e para a qualificação dos serviços de saúde no Estado, pois são um espaço de aprendizado intenso, com muita prática e troca de experiências”, afirmou.

Os cursos terão duração de 24 meses, sendo a carga horária total de 5.760 horas, distribuídas em 60 horas semanais, das quais 1.152 horas (20%) correspondem a atividades teóricas e 4.608 horas (80%) a atividades práticas. Para cada ano de curso, o residente usufruirá de trinta dias de férias.

No dia 8 de fevereiro, os candidatos farão uma prova com 40 questões objetivas de múltipla escolha, composta por 30 perguntas de Conhecimentos Gerais do SUS, Políticas Públicas de Saúde e Legislação do SUS e de dez questões sobre Conhecimentos Específicos, referente à respectiva área de formação.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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