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Seduc abre inscrições para o Exame Certificador de Educação de Jovens e Adultos 2026

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A Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso (Seduc-MT) abriu, nesta semana, o período de inscrições para a realização das Provas do Exame Certificador de Educação de Jovens e Adultos 2026 (Eceja).

Os agendamentos devem ser feitos até o dia 15 de dezembro, no site da Seduc. A aplicação das provas acontece a partir do dia 23 de fevereiro nas unidades escolares selecionadas de acordo com o Calendário Letivo.

Atualmente, 76 escolas de 62 municípios de Mato Grosso podem aplicar o exame mediante agendamento, ampliando o acesso à certificação de conclusão dos estudos em diferentes regiões do estado.

As provas são aplicadas por Áreas Conhecimento. Para o Ensino Fundamental constam 20 questões objetivas e, para o Ensino Médio, são 30 questões, também objetivas.

O tempo de duração de cada prova por Área de Conhecimento é de 90 minutos para a Etapa do Ensino Fundamental e 120 minutos para a Etapa do Ensino Médio. Para obter aprovação em ambas as etapas, é preciso acertar 50% da prova.

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O programa, desenvolvido no decorrer do ano, tem o objetivo de oportunizar a conclusão da educação básica àqueles que não finalizaram os estudos na idade apropriada.

Por meio do exame, pessoas com idade acima de 15 anos têm a chance de concluir o Ensino Fundamental, enquanto aquelas com mais de 18 anos podem completar o Ensino Médio, obtendo o certificado de conclusão e adquirindo conhecimentos essenciais para o mercado de trabalho e para o desenvolvimento pessoal.

Calendário Letivo 2026

Início do Ano Letivo: 2/2/2026

Férias escolares: 6/7/2026 a 20/7/2026

Fim do Ano Letivo: 18/12/2026

Para mais informações sobre o exame, acesse o edital em anexo

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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