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Curso técnico inédito no país realiza primeiro concerto com apoio da Seciteci

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A Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci-MT), em parceria com a Fundação Educamais, promoveu no sábado (7.2) o concerto de formatura do primeiro curso técnico de Instrumento Musical do país. O evento gratuito aconteceu no Cine Teatro Cuiabá, na capital.

Ao todo, 97 alunos se apresentaram em diferentes momentos do espetáculo, interpretando músicas brasileiras e clássicos internacionais. Eles representaram os 252 estudantes do curso, que receberão o certificado de conclusão durante a cerimônia de formatura.

Presente no evento, o coordenador técnico pedagógico da Seciteci, Alex Teixeira, ressaltou que a secretaria foi fundamental para a realização do curso. “Por meio da Seciteci foi possível fornecer todo o apoio logístico e pedagógico. Além disso, foi realizado um acompanhamento e fiscalização do curso do começo ao fim”, afirmou ele.

Já o assessor técnico, Vínicius Brasilino, destacou que esse é o primeiro curso de instrumento musical desenvolvido no país. “A gente inaugura o catálogo nacional de cursos técnicos, essa é a primeira vez que formamos profissionais de instrumento musical no Brasil, os mesmos que irão lidar com as fanfarras, as bandas músicas e desenvolvimento musical em ambientes escolares. Então estamos entregando para o estado de Mato Grosso profissionais altamente qualificados”, disse o assessor técnico.

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Ao longo de doze meses, o curso foi oferecido nos municípios de Cuiabá, Várzea Grande, Santo Antônio, Chapada dos Guimarães e Poconé, com aulas semipresenciais. Entre os conteúdos abordados, teoria e arranjos musicais até empreendedorismo. Além de aulas práticas de bandolim, bateria, canto, cavaquinho, clarinete, contrabaixo acústico, contrabaixo elétrico, guitarra elétrica, saxofone, trompete, viola, violão, violino.

Uma das alunas e participantes do concerto, Ana Júlia, frisou que durante as aulas teve contato com diferentes instrumentos e desenvolveu habilidades com as aulas. “Eu achei o curso muito bom, com aulas muito completas. Em um ano pude desenvolver muitas habilidades e ter contato com diversos instrumentos”, completou ela.

O curso técnico de Instrumento Musical foi promovido por meio de uma parceria entre o Governo do Estado, Fundação Educamais, Unidade de Educação de Cuiabá, e Assembleia Legislativa.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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