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Polícia Militar localiza mais de cem cestas básicas em casa abandonada após denúncia de agressão

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Policiais militares do 1º Batalhão recolheram, na noite desta quinta-feira (26.2), 106 cestas básicas, entre produtos de limpeza e alimentício, após denúncia de agressão contra um homem, no bairro São Mateus, em Cuiabá. A vítima relatou ter sido rendida por uma quadrilha e levada até uma casa abandonada. Além disso, teve R$ 17,2 mil roubados pelos suspeitos.

Após a denúncia, os policiais militares localizaram a vítima, de 23 anos, próximo do local da ocorrência. O homem relatou que foi rendido por sete homens e uma mulher, enquanto estava na parte externa da quitinete onde reside.

Na ação criminosa, a vítima ressaltou que passou a ser agredida pelos suspeitos e que teve o aparelho celular subtraído pelos denunciados. Em seguida, a quadrilha entrou na residência e roubou a quantia em dinheiro.

Ainda conforme a vítima, ela foi levada para uma outra casa, no mesmo bairro e sofreu novas agressões, sob a promessa de que teria o dinheiro devolvido. Os policiais militares se deslocaram até o novo endereço e localizaram as cestas básicas, supostamente adquiridas para distribuição de forma ilícita.

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As equipes identificaram um dos suspeitos da agressão e do roubo, de 20 anos. As cestas foram recolhidas com apoio de um guincho do 1º Batalhão e encaminhadas à delegacia para registro do boletim de ocorrência.


Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Após feminicídio, secretária reforça importância de vítimas de violência manterem medidas protetivas

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A chefe do Gabinete de Enfrentamento à Violência de Gênero contra a Mulher, Mariell Antonini, reforçou a importância das vítimas de violência doméstica confiarem na rede de proteção e manterem as medidas protetivas.

O alerta foi feito após uma mulher, identificada como Gleici Fátima Machado Ritter, de 37 anos, ser assassinada a tiros, nesta terça-feira (23.6), em Guarantã do Norte. O principal suspeito é o companheiro dela, de 33 anos. O crime está sendo investigado pela Polícia Civil como feminicídio consumado.

Ele já possuía um longo histórico de violência doméstica contra a vítima. Em novembro de 2025, após um pedido feito pela própria vítima, a medida protetiva que existia contra o investigado foi revogada e ele voltou a responder ao processo em liberdade.

“É importante que toda mulher compreenda que o rompimento do ciclo da violência nem sempre é um processo simples. Muitas vezes, existem obstáculos relacionados à dependência afetiva, dependência econômica, medo, preconceito e outros fatores que dificultam a tomada de decisão. Por isso, é fundamental buscar apoio, acreditar na rede de proteção e no sistema de Justiça”, destacou.

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Segundo Mariell Antonini, a violência doméstica costuma seguir um ciclo que tende a se agravar ao longo do tempo.

“A violência é cíclica e, muitas vezes, começa com sinais que podem parecer menos graves, mas pode evoluir para situações cada vez mais letais, culminando na morte da vítima. Ameaças e agressões precisam ser compreendidas como sinais de alerta, e a busca por ajuda deve acontecer o quanto antes”, afirmou.

As primeiras denúncias contra o suspeito foram registradas em 2023, quando Gleici procurou as autoridades para relatar episódios de violência doméstica. Em 2024, novas intervenções policiais ocorreram por crimes como lesão corporal, injúria e posse irregular de arma de fogo, todos envolvendo o mesmo casal.

Já em julho de 2025, o suspeito foi preso em flagrante por lesão corporal no contexto de violência doméstica, após a vítima acionar as forças de segurança. Na ocasião, foram concedidas medidas protetivas de urgência em favor de Gleici. Meses depois, entretanto, a vítima solicitou a revogação da medida, o que resultou na liberdade do suspeito.

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Fonte: Governo MT – MT

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