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Polícia Civil prende criminoso que furtou fiação elétrica de salão de beleza em Várzea Grande

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Um criminoso, identificado como responsável pelo furto de fiação elétrica em um salão de beleza, durante a madrugada de domingo (1.3), foi preso em flagrante pela Polícia Civil, em ação realizada pelos policiais da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Várzea Grande (Derf-VG).

O suspeito, de 39 anos, já conhecido da Polícia por diversas passagens criminais, foi autuado em flagrante pelo crime de furto majorado pelo repouso noturno e qualificado pelo rompimento de obstáculos.

O crime ocorreu no estabelecimento localizado no centro de Várzea Grande. Durante a madrugada, o suspeito invadiu o local e furtou toda a fiação elétrica. A ação do criminoso foi flagrada pelas câmeras de segurança do comércio.

Após a proprietária do estabelecimento comunicar os fatos à Polícia, os policiais da Derf Várzea Grande iniciaram as diligências e, depois de analisar as imagens, conseguiram chegar a identificação do suspeito, conhecido pela prática reiterada de furtos qualificados na região.

Em continuidade aos trabalhos, os policiais saíram em buscas pelo suspeito que foi localizado em um ponto de venda e uso de entorpecentes. Questionado, ele confessou o furto.

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Diante dos fatos, ele foi conduzido à delegacia, onde foi interrogado pelo delegado Sérgio Luís Henrique de Almeida e autuado em flagrante pelo crime de furto qualificado e majorado. O delegado representou pela conversão da prisão em flagrante em preventiva, sendo posteriormente o preso colocado à disposição da Justiça.

“É uma prisão importante uma vez que o criminoso possui diversas passagens criminais pela pela prática de furtos, sendo contumaz na prática de crimes patrimoniais e certamente, se continuasse solto continuaria atuando nas práticas deletivas”, disse o delegado.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso pratica menor alíquota de ICMS do país; preço dos combustíveis é resultado de fatores de mercado

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Mato Grosso pratica a menor alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do país sobre o etanol hidratado. No estado, a alíquota é de 10,5%, enquanto nos demais estados a carga tributária varia entre 12% e 22%.

O preço dos combustíveis pago pelo cidadão é influenciado por diversos fatores da cadeia produtiva, que vão desde o valor do petróleo no mercado internacional até os custos de distribuição, revenda e a incidência de tributos federais e estaduais, que variam conforme o produto.

Entre os benefícios concedidos na cadeia de combustíveis, destaca-se o setor de aviação, que conta com redução da base de cálculo do ICMS sobre o querosene de aviação (QAV), resultando em carga tributária entre 2,72% e 7%, com finalidade de fomentar a aviação regional, conforme critérios previstos na legislação.

Também recebem incentivos o gás natural (GNV), com carga reduzida de 2%, e o etanol anidro produzido no estado, que conta com abatimento de R$ 0,23 por litro no valor do ICMS devido.

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Apesar de compor o preço final, o tributo estadual é apenas um dos elementos do valor pago pelo consumidor. Entre os principais fatores que influenciam o preço estão o custo de produção ou importação do combustível, a política de preços das refinarias, além das despesas com transporte, armazenamento e a margem de lucro de distribuidores e postos revendedores.

Além disso, também há incidência de tributos federais, como PIS/Cofins, que integram a composição do preço.

A forma de tributação também influencia essa composição. Para combustíveis como gasolina, etanol anidro, diesel, biodiesel e gás liquefeito de petróleo (GLP), o ICMS segue o modelo ad rem, definido pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), com valor fixo em reais por litro. Nesses casos, o imposto é recolhido uma única vez na cadeia, geralmente na etapa de produção ou importação.

Já para o querosene de aviação (QAV), o etanol hidratado e o gás natural (GNV e GNL), a tributação é sobre o valor do produto. Nesses casos, o cálculo do ICMS utiliza o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), apurado pela Secretaria de Fazenda (Sefaz), que reflete os preços efetivamente praticados no mercado.

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Assim, quando há redução nos preços ao consumidor, o PMPF também diminui, resultando em menor base de cálculo do ICMS e, consequentemente, em menor valor de imposto a ser recolhido. Da mesma forma, aumentos nos preços praticados levam à elevação do indicador.

Fonte: Governo MT – MT

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