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Bombeiros resgatam corpo de vítima presa às ferragens após caminhão tombar e cair em rio

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) resgatou, nesta terça-feira (3.3), o corpo de uma mulher que ficou presa na cabine de um caminhão que caiu de uma ponte sobre o Rio Corgão, nas proximidades da Estrada do Caxanga, zona rural de Vila Rica (a 1.131 km de Cuiabá).

O 2º Núcleo Bombeiro Militar (2º NBM) foi acionado por volta das 8h para atender a um acidente de trânsito, no qual um veículo teria ficado submerso com uma pessoa presa na cabine.

No local, os militares constataram que um caminhão de carga, transportando cimento, sal, botijões de gás e utensílios destinados a uma feira em uma fazenda, estava com as rodas para cima e parcialmente submerso em uma área alagada. O condutor já havia saído do veículo.

A equipe iniciou imediatamente o mergulho operacional e, na primeira tentativa, confirmou a presença da vítima. Devido à posição do caminhão e às condições de submersão e lama, não foi possível retirar a vítima com segurança de imediato.

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Foi então solicitado o apoio de maquinário pesado. Uma retroescavadeira, que realizava manutenção viária nas proximidades, foi utilizada na operação. Com o auxílio do equipamento, o caminhão foi desvirado, permitindo acesso seguro à vítima.

Após cerca de duas horas de operação, o corpo foi resgatado e entregue à Polícia Civil e à Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) para os procedimentos legais. Não há informações sobre as circunstâncias do acidente.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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