A Polícia Civil cumpriu mandado de prisão preventiva contra um homem investigado por diversos furtos qualificados praticados em estabelecimentos comerciais nas cidades de Barra do Garças e Pontal do Araguaia. A ação foi realizada na manhã desta quinta-feira (12.3), no município.
As investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Barra do Garças (Derf-BG) apontaram que, pelo menos, dez comércios foram alvos, entre supermercados, farmácias, postos de combustível. Em todos os casos, a ação criminosa era praticada mediante arrombamento, durante o período noturno.
Conforme apurado, o investigado reside atualmente na cidade de Rondonópolis e esteve em Barra do Garças no dia 21 de janeiro de 2026 para visitar familiares. Na ocasião, o suspeito utilizava uma motocicleta pertencente à sobrinha para se deslocar pela cidade.
Durante as madrugadas seguintes, o suspeito teria praticado uma sequência de furtos em estabelecimentos comerciais nas duas cidades. Segundo as investigações, ele detinha habilidade para romper cadeados, portas e grades, conseguindo acessar os locais e subtrair diversos objetos.
Com o avanço das diligências, a equipe da Derf-BG reuniu elementos que permitiram a identificação do investigado e a representação pela prisão preventiva, posteriormente deferida pelo Poder Judiciário.
De posse da ordem judicial, os policiais civis realizaram o cumprimento do mandado na Cadeia Pública de Aragarças (GO), onde o investigado já se encontrava custodiado, em razão de outra medida cautelar.
O procedimento foi devidamente comunicado ao Poder Judiciário para as providências legais cabíveis.
A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, nesta terça-feira (12.5), a Operação “Locus Defecit”, para cumprir quatro ordens judiciais contra integrantes de uma facção criminosa envolvidos em diversas ações criminosas na região de Cáceres e de exaltar grupo criminoso nas redes sociais.
Na operação, foram cumpridos dois mandados de prisão preventiva e dois de busca e apreensão, expedidos pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias – Polo Cáceres, com base em investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado do município (Draco/Cáceres).
As ordens judiciais foram cumpridas em Cuiabá, incluindo a Penitenciária Central do Estado (PCE), já que um dos investigados se encontrava preso por tráfico de drogas.
O cumprimento dos mandados contou com o apoio da Delegacia de Repressão aos Crimes Informáticos (DRCI) e da Equipe Alfa da Penitenciária Central do Estado.
As investigações apontaram que os faccionados estão envolvidos com o tráfico de drogas em Cáceres e também atuavam como “missionários”, ostentando armas de fogo, drogas e valores em espécie por meio de redes sociais, com mensagens de exaltação ao grupo criminoso, inseridas em um contexto de confronto com uma facção criminosa rival.
Um dos alvos foi localizado e preso em um bar onde residia, na cidade de Cuiabá, enquanto o outro teve o mandado cumprido na PCE, onde já se encontrava recolhido.
Conforme o delegado Fabrício Alencar, responsável pela operação, o trabalho operacional teve como objetivo apreender materiais que possam reunir provas e evidências que contribuam para o avanço da investigação.
Nome da operação
O nome da operação, que significa “localização falhou”, faz referência a algumas publicações que os investigados faziam para demonstrar que não seriam localizados em investigações.
Operação Pharus
A Operação “Locus Defecit” integra a Operação Pharus. Em 2026, a Polícia Civil iniciou ações do planejamento estratégico no âmbito da Operação Pharus, iniciativa que integra o programa Tolerância Zero, voltado ao enfrentamento de facções criminosas em Mato Grosso.
O nome “Pharus” faz referência ao termo latino para “farol”, estrutura associada à emissão contínua de luz e à orientação em meio à escuridão. A escolha do nome busca simbolizar a atuação do Estado na identificação e no enfrentamento de práticas criminosas.
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