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Escola Estadual desenvolve projeto que leva alunos da horta ao prato em aulas de tecnologia e sustentabilidade

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A Escola Estadual Aline Maria Teixeira, localizada em Juruena, tem se destacado por integrar educação integral e práticas sustentáveis por meio do projeto “Refeição Completa, da Horta ao Prato, passando pela Pia”. A iniciativa envolve estudantes do 6º e 7º ano em todas as etapas do ciclo do alimento, desde o cultivo até a higienização e o consumo, estimulando hábitos saudáveis e o protagonismo juvenil.

A ação faz parte do modelo Escola Vocacionada à Tecnologia (EVOTEC), voltado ao desenvolvimento de habilidades tecnológicas de forma integrada ao currículo escolar. Atualmente, a Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso (Seduc-MT) mantém duas unidades nesse formato: a Escola Estadual Padre João Panarotto, em Cuiabá, e a Escola Estadual Aline Maria Teixeira. Juntas, as duas instituições somam 217 matrículas.

O projeto é conduzido pela professora Ingryd Rehbein de Oliveira, com apoio do professor Edilso Bratkoski, dentro do componente curricular Tecnologia e Sustentabilidade. As aulas práticas são realizadas na horta orgânica da escola, enquanto os conteúdos teóricos são trabalhados em sala com apoio de recursos digitais, como o Chromebook. A disciplina exclusiva permite que os estudantes vivenciem, de forma integrada, conceitos de inovação, meio ambiente e alimentação saudável.

Segundo o diretor da escola, Edil Sobatikoski, o projeto nasceu a partir da transformação da unidade no modelo EVOTEC. “Criamos a horta orgânica e também um sistema de aquaponia para que os alunos vivenciem técnicas sustentáveis de cultivo sem uso de agrotóxicos. Eles aprendem sobre compostagem, preservação da água, cuidado com o solo e respeito ao meio ambiente”, explica.

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O gestor destaca que os estudantes participam ativamente de todas as etapas do processo. “Eles preparam os canteiros, realizam o plantio, acompanham o crescimento das hortaliças, fazem a colheita e levam os alimentos para a cozinha, onde ocorre a higienização antes das refeições. Assim, o aluno entende todo o caminho do alimento e passa a valorizar uma alimentação mais saudável”, afirma.

Entre os cultivos já realizados estão canteiros de rúcula e couve. As turmas também participam da manutenção da horta ao longo da semana, em sistema de rodízio, garantindo o cuidado contínuo das plantações. A escola conta ainda com irrigação automatizada, sistema de aquaponia, minhocário para produção de adubo orgânico e projetos de compostagem para produção do próprio solo utilizado nos canteiros.

O estudante Lorenzo Gayeski, 12, do 7º ano A, conta que a experiência tem sido marcante. “O processo de plantação é muito legal. Aprendemos como preparar o solo, a quantidade certa de sementes e como irrigar corretamente. É diferente porque a gente participa de tudo e vê o resultado do que fez”, relata.

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Para Nawany Gabrielly Santos Pereira, 12, também do 7º ano A, a etapa da irrigação é a mais interessante. “A gente aprende como cuidar das plantas e entende que tudo sai da horta direto para a cozinha da escola. Depois da higienização, os alimentos vão para o nosso prato. É muito gratificante”, diz a aluna.

Já Isadora de Campos Bratkoski, 12, destaca o aprendizado sobre técnicas naturais de cultivo. “Uma das partes que eu mais gostei foi preparar a mistura natural para pulverização, usando apenas água e óleo de neem. Aprendemos as medidas corretas e vimos que é possível cuidar da horta sem usar produtos químicos, de forma totalmente sustentável”, explica.

O secretário de Estado de Educação, Alan Porto, ressalta a importância do projeto para a formação dos estudantes. “A educação integral aliada à tecnologia e à sustentabilidade proporciona aprendizado prático e significativo. Esses projetos fortalecem o protagonismo juvenil e contribuem para formar cidadãos mais conscientes, responsáveis e preparados para os desafios do futuro”, finalizou.

Fonte: Governo MT – MT

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“Hospital Metropolitano pensa nas necessidades reais da população”, afirma paciente de Colíder

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A jornalista, fotógrafa e locutora aposentada Zilma Dolores de Lima, 63 anos, moradora de Colíder, que faz tratamento da coluna há cerca de 15 anos, afirmou que a equipe do Hospital Metropolitano, em Várzea Grande, demonstra sensibilidade e preocupação com o bem-estar de cada pessoa que chega em busca de atendimento. O ambulatório da unidade antecipou a abertura para 6h.

“Mais do que oferecer serviços de saúde, o Hospital Metropolitano mostra que cuidar também é ouvir, compreender e pensar nas necessidades reais da população. Pequenas ações como essa refletem um atendimento mais humano, organizado e comprometido em oferecer não apenas assistência médica, mas respeito e dignidade”, destacou.

A abertura das portas do ambulatório às 6h permite que os doentes aguardem com dignidade e conforto dentro do hospital, sem precisar aguardar em fila do lado de fora da unidade.

“Desde que retomamos os atendimentos ambulatoriais após a pandemia, em abril de 2022, tomamos esta decisão porque a maioria dos nossos pacientes é do interior e chega muito cedo à unidade. Para que não fiquem expostos na área externa, ajustamos os horários de trabalho de alguns colaboradores para conseguir abrir as portas do ambulatório às 6h, uma hora mais cedo do que antes”, avaliou a diretora do Hospital Metropolitano, Cristiane de Oliveira.

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Zilma também já colocou uma prótese no fêmur e foi tratada do tornozelo, do joelho e dos dois braços que quebrou. Segundo ela, no hospital, os pacientes encontram acolhimento logo nas primeiras horas do dia.

“Parabenizamos toda a equipe e a gestão por essa iniciativa, que reforça o verdadeiro significado de servir ao próximo com empatia e responsabilidade. Que exemplos como este inspirem cada vez mais instituições a colocarem o paciente no centro de suas prioridades”, concluiu.

Crédito: Arquivo pessoal

Fonte: Governo MT – MT

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