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Bope apreende espingarda e três quilos de cocaína em residência de facção criminosa

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Policiais militares do Batalhão de Operações Especiais (Bope) apreenderam uma espingarda de calibre 12 e três quilos de substância análoga à cocaína, nesta quarta-feira (18.3), em Cáceres. Os materiais ilícitos foram encontrados em uma residência identificada como ponto de apoio de uma facção criminosa da cidade.

Conforme o boletim de ocorrência, a equipe do Bope realizava patrulhamento pelo bairro Cavalhada e recebeu informações de pedestres em uma residência que serve de esconderijo para membros de uma facção criminosa. Segundo as informações relatadas, nesse local havia constante movimentação suspeita de veículos.

Os militares do Bope seguiram até a região informada e identificaram a residência denunciada. Os policiais se aproximaram do imóvel e não encontraram nenhum morador no local.

Diante da situação, a equipe entrou na casa para buscas e localizou uma espingarda de calibre 12 com dois carregadores e três munições intactas, além de três tabletes grandes contendo cloridrato de cocaína.

O material foi recolhido e enviado para a delegacia de Cáceres para registro da ocorrência e demais providências que o caso requer. As equipes seguem nas buscas para identificação e prisão dos suspeitos responsáveis pelos materiais encontrados.

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Fonte: Governo MT – MT

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Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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