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Juíza promove círculo de paz com adolescentes acolhidos na Capital

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A juíza da 1ª Vara da Infância e Juventude de Cuiabá, Gleide Bispo dos Santos, deu início a uma roda de círculo de construção de paz com adolescentes acolhidos em casas lares da Capital. A iniciativa busca fortalecer o diálogo, promover a escuta ativa e estreitar os vínculos entre os jovens e o Poder Judiciário.

O primeiro encontro foi realizado quarta-feira (18), com a participação de 16 adolescentes do sexo masculino acolhidos no Projeto Nossa Casa e a segunda reunião contou com 13 adolescentes do sexo feminino acolhidas no Projeto Nosso Lar, no dia 19 (quinta-feira). As dinâmicas foram conduzidas por uma psicóloga, utilizando metodologia que incentiva a expressão de sentimentos e a construção coletiva de soluções para conflitos.

De acordo com Gleide Bispo dos Santos, a proposta é realizar encontros mensais com os adolescentes. “É uma oportunidade para que eles estejam mais próximos do juízo, e também para que o magistrado tenha um contato mais aprofundado com eles. É um momento mais intimista para que possam falar e expressar seus sentimentos”, destacou a magistrada.

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Ainda segundo a juíza, a experiência foi marcada pela forte participação dos jovens. “Foi surpreendente como esse encontro mexeu com eles, como se manifestaram, alguns até choraram, porque são abordados assuntos mais íntimos”, relatou.

A iniciativa também tem como objetivo melhorar a convivência nas unidades de acolhimento. “É uma boa oportunidade para trabalhar com os adolescentes acolhidos, estreitar laços e contribuir para que a convivência dentro das casas lares melhore cada vez mais, pois eles passam a se conhecer melhor e recebem orientações para aprimorar a convivência coletiva”, completou.

As casas lares são espaços mantidos pelo poder público municipal, em parceria com o Poder Judiciário, destinados ao acolhimento temporário de crianças e adolescentes afastados do convívio familiar por diferentes razões. Nessas unidades, que funcionam em residências adaptadas, os acolhidos têm acesso à alimentação, educação, lazer e acompanhamento profissional, em uma rotina semelhante à de um ambiente familiar.

Atualmente, cerca de 150 crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade estão acolhidos em oito casas lares em Cuiabá.

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Autor: Assessoria de Comunicação

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Departamento: CGJ-MT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Jaqueline Cherulli é destaque na 47ª edição do Por Dentro da Magistratura

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Vai ao ar na próxima sexta-feira (15 de maio) a 47ª edição do programa Por Dentro da Magistratura, com uma inédita entrevista com a juíza Eulice Jaqueline da Costa Silva Cherulli, titular do Gabinete 4 da Primeira Turma Recursal do Poder Judiciário de Mato Grosso e presidente da Associação Mato-grossense de Magistrados (Amam) no biênio 2025/2026.

Com quase 28 anos de magistratura, sua trajetória é marcada pela defesa da humanização do direito, com destaque para a atuação na prevenção da violência doméstica e na promoção de soluções consensuais em conflitos familiares.

“O direito é vivo. Embora lá no começo do curso a gente ache que tenha voltado na linha do tempo, que a gente vai aprender lá na fonte, mas é vivo e está sempre num movimento que busca alcançar a realidade. Isso me encanta, porque o que está acontecendo aqui nós vamos ter que encontrar no direito porque eu tenho obrigação de entregar o que é buscado, o que a parte vem buscar, mas de forma que atenda a necessidade atual”, destaca a magistrada em trecho da entrevista.

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Além de sua atuação na magistratura, a juíza possui sólida formação acadêmica. Graduada pela Faculdade de Direito Rio-pretense e pós-graduada em Constelações Aplicadas ao Direito Sistêmico, Jaqueline possui MBA da Fundação Getúlio Vargas, é mestre em Filosofia e doutoranda em Filosofia pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos). Ela também integra a Subcoordenadoria da Justiça Estadual – Região Centro-Oeste da Associação dos Magistrados Brasileiros, assim como a Comissão de Prevenção e Enfrentamento dos Assédios Moral, Sexual e da Discriminação e o Comitê de Equidade de Gênero, ambos do TJMT.

“Eu não vejo um magistrado que ele não tenha uma vertente social no que ele faz, por que a magistratura cuida do quê? Da vida. É o bem maior que nós cuidamos. Não tem como a gente cuidar da vida se a gente ficar engessado num gabinete. Eu tenho que entendê-la, os desafios das pessoas, a luta pela vida, o que se faz hoje para viver, para garantir sustento, enfim, é estar no mundo! Mas dentro do que é a regra de vida e atuação do juiz.”

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Assista neste link à chamada do programa.

Outras informações podem ser obtidas pelo e-mail [email protected] ou pelos telefones (65) 3617-3844 / 99943-1576.

Autor: Lígia Saito

Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da Esmagis – MT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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