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Seciteci preside fórum de reunião de conselho de secretários em Porto Alegre

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O secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci-MT), Allan Kardec, preside, nesta terça e quarta-feira (24 e 25.3), a reunião do Fórum do Conselho Nacional de Secretários Estaduais para Assuntos de Ciência, Tecnologia e Inovação (Consecti).

O encontro reúne gestores de todo o país para discutir o papel estratégico dos ambientes de inovação no fortalecimento das políticas públicas, além de promover a conexão com grandes eventos globais e alinhar as prioridades nacionais do setor.

Durante a programação, serão debatidos temas centrais para o avanço da ciência, tecnologia e inovação no Brasil, como o posicionamento dos Estados no South Summit Brazil, as prioridades em CT&I para 2026, a construção de agendas conjuntas, o diálogo com investidores, startups e parceiros internacionais, além do fortalecimento da articulação entre os governos estaduais e o ecossistema global de inovação.

De acordo com o secretário Allan Kardec, a reunião é um momento estratégico de articulação coletiva.

“Este é um momento estratégico para os Estados, que têm papel fundamental na execução das políticas públicas de ciência, tecnologia e inovação. Ao reunir gestores de todo o país, buscamos alinhar prioridades, fortalecer parcerias e construir uma agenda integrada que conecte nossos territórios ao cenário global”, destacou o gestor.

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Presidência do Consecti

O secretário Allan Kardec foi empossado presidente do Conselho Nacional de Secretários para Assuntos de Ciência, Tecnologia e Inovação (Consecti) em outubro de 2025. Esta é a primeira vez que um gestor de Mato Grosso lidera a organização em 38 anos de existência.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Mato Grosso pratica menor alíquota de ICMS do país; preço dos combustíveis é resultado de fatores de mercado

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Mato Grosso pratica a menor alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do país sobre o etanol hidratado. No estado, a alíquota é de 10,5%, enquanto nos demais estados a carga tributária varia entre 12% e 22%.

O preço dos combustíveis pago pelo cidadão é influenciado por diversos fatores da cadeia produtiva, que vão desde o valor do petróleo no mercado internacional até os custos de distribuição, revenda e a incidência de tributos federais e estaduais, que variam conforme o produto.

Entre os benefícios concedidos na cadeia de combustíveis, destaca-se o setor de aviação, que conta com redução da base de cálculo do ICMS sobre o querosene de aviação (QAV), resultando em carga tributária entre 2,72% e 7%, com finalidade de fomentar a aviação regional, conforme critérios previstos na legislação.

Também recebem incentivos o gás natural (GNV), com carga reduzida de 2%, e o etanol anidro produzido no estado, que conta com abatimento de R$ 0,23 por litro no valor do ICMS devido.

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Apesar de compor o preço final, o tributo estadual é apenas um dos elementos do valor pago pelo consumidor. Entre os principais fatores que influenciam o preço estão o custo de produção ou importação do combustível, a política de preços das refinarias, além das despesas com transporte, armazenamento e a margem de lucro de distribuidores e postos revendedores.

Além disso, também há incidência de tributos federais, como PIS/Cofins, que integram a composição do preço.

A forma de tributação também influencia essa composição. Para combustíveis como gasolina, etanol anidro, diesel, biodiesel e gás liquefeito de petróleo (GLP), o ICMS segue o modelo ad rem, definido pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), com valor fixo em reais por litro. Nesses casos, o imposto é recolhido uma única vez na cadeia, geralmente na etapa de produção ou importação.

Já para o querosene de aviação (QAV), o etanol hidratado e o gás natural (GNV e GNL), a tributação é sobre o valor do produto. Nesses casos, o cálculo do ICMS utiliza o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), apurado pela Secretaria de Fazenda (Sefaz), que reflete os preços efetivamente praticados no mercado.

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Assim, quando há redução nos preços ao consumidor, o PMPF também diminui, resultando em menor base de cálculo do ICMS e, consequentemente, em menor valor de imposto a ser recolhido. Da mesma forma, aumentos nos preços praticados levam à elevação do indicador.

Fonte: Governo MT – MT

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