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Sema abre inscrições para novos integrantes de comitês de bacias hidrográficas em Mato Grosso

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A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) abriu as inscrições para novos integrantes de dois Comitês de Bacias Hidrográficas (CBH) em Mato Grosso. Os interessados em participar do CBH do Alto Paraguai Superior têm até 14 de abril para se inscrever. Já para o CBH do Rio Sepotuba, o prazo se encerra até 15 de abril.

Podem se candidatar representantes do poder público, sociedade civil, Organizações Não Governamentais (ONGs), Organizações da Sociedade Civil (OSCs), usuários de água, comunidades indígenas e instituições de ensino e pesquisa públicas ou privadas.

Os Comitês de Bacias Hidrográficas desempenham papel fundamental na gestão dos recursos hídricos. Além de promover o diálogo e propor debates, também atuam na mediação de conflitos relacionados ao uso da água em primeira instância.

É de responsabilidade dos comitês colaborar com a utilização sustentável da água, além de propor medidas que visem conservar o recurso. Todas as reuniões ordinárias dos Comitês são abertas para participação da sociedade interessada.

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Inscrições

As instituições interessadas em integrar o Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Sepotuba podem realizar as inscrições através do e-mail ([email protected]), enquanto para o Comitê da Bacia Hidrográfica do Alto Paraguai Superior o e-mail é ([email protected]).

O edital foi publicado no Diário Oficial – clique aqui para acessar.

*Com supervisão de Renata Prata

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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