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“VG Santo Peixe” começa com pescado a partir de R$ 24 e seis pontos de venda em Várzea Grande

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O diferencial deste ano é o preço acessível. O pescado será vendido a partir de R$ 24 o quilo, valor definido como base para facilitar o troco ao consumidor. No entanto, os preços divulgados são tetos máximos, o que abre espaço para negociação direta nos pontos de venda, ou seja, o consumidor pode pagar ainda mais barato ao pechinchar

A Prefeitura de Várzea Grande inicia nesta quarta-feira, dia 1º de abril, a partir das 8h, mais uma edição do programa “VG Santo Peixe – proteína saudável ao alcance de todos”, com a comercialização de pescado em seis pontos estratégicos da cidade. A ação segue até sexta-feira (3), sempre das 8h às 17h, com expectativa de vender cerca de 20 toneladas de peixe.

O diferencial deste ano é o preço acessível. O pescado será vendido a partir de R$ 24 o quilo, valor definido como base para facilitar o troco ao consumidor. No entanto, os preços divulgados são tetos máximos, o que abre espaço para negociação direta nos pontos de venda, ou seja, o consumidor pode pagar ainda mais barato ao pechinchar.

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Ao todo, seis locais foram definidos para atender à população: Prefeitura, Fiotão, Praça Áurea Brás, Avenida Filinto Müller, Praça do Jardim Glória II e Praça do Jardim Imperial. A distribuição busca ampliar o acesso ao produto fresco e inspecionado durante a Semana Santa, período de maior consumo de pescado.

A organização destaca que todas as empresas participantes possuem certificação sanitária (SIF, SISE ou SIM), garantindo a procedência e a qualidade dos produtos. Segundo a médica veterinária Kelly Enciso, o evento segue normas rigorosas de higiene, manipulação e descarte de resíduos, assegurando a segurança alimentar desde a seleção dos fornecedores até a comercialização.

“Reforçamos que a gestão municipal está trabalhando para que a população tenha acesso a alimentos de qualidade com preços populares, ao mesmo tempo em que estimulamos o consumo de pescado durante a Semana Santa”, pontua o secretário de Meio Ambiente de Desenvolvimento Rural Sustentável de Várzea Grande, Ricardo Amorim.

Entre as opções disponíveis, há variedade de cortes e espécies, com destaque para:

• Tambatinga eviscerada e escamada: até R$ 24,67/kg

• Tambatinga sem espinha: até R$ 32,30/kg

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• Tambatinga sem cabeça: até R$ 36,15/kg

• Ventrecha de tambatinga: até R$ 43,68/kg

• Pintado eviscerado com cabeça: até R$ 41,86/kg

• Postas de pintado: até R$ 47,98/kg

• Filé de pintado: até R$ 63,82/kg

• Filé de tambaqui, tambatinga e tambacu: até R$ 61,09/kg

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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VÁRZEA GRANDE

Guarda Municipal reforça orientação contra o uso de cerol e linhas cortantes para pipas

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A Guarda Municipal de Várzea Grande mantém a Operação Céu Azul, com o objetivo de orientar a população e combater o uso de linhas de pipa que contenham materiais cortantes, como cerol e linha chilena. Além da fiscalização, a equipe também conscientiza os moradores sobre a legislação que proíbe a utilização desses materiais.

A orientação da Guarda Municipal é para que crianças, adolescentes e adultos soltem pipas apenas em locais abertos, afastados da rede elétrica, e utilizem exclusivamente linhas convencionais, sem qualquer tipo de material cortante.

De acordo com o comandante da Guarda Municipal, inspetor Juliano Lemos, a tradição de soltar pipa pode continuar, desde que seja praticada com responsabilidade e segurança.

“A Operação Céu Azul e as demais ações da Guarda Municipal não têm o objetivo de proibir que crianças e adultos soltem pipa, mas sim de garantir que essa diversão aconteça com segurança. Estamos orientando a população para que não utilize materiais cortantes, prevenindo acidentes e preservando vidas”, afirmou.

O comandante ressalta ainda que o uso de cerol e da linha chilena representa um grave risco à integridade física das pessoas e é proibido por legislações federal, estadual e municipal.

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“Soltar pipa com linhas cortantes não é brincadeira. Muitas pessoas acreditam que é algo inofensivo, mas esses materiais podem causar acidentes graves e até fatais. Por isso, a Guarda Municipal continuará atuando para coibir essa prática e conscientizar a população”, destacou Juliano Lemos.

CASO REAL – O perigo do uso de linhas cortantes ficou evidente no acidente envolvendo Davi Almeida Franco, de 9 anos. Filho da servidora do Departamento de Água e Esgoto de Várzea Grande (DAE/VG), Ângela Maria, o menino sofreu um grave acidente ao andar de bicicleta e ser atingido por uma linha com cerol na região do pescoço.

O caso reforça a importância das ações preventivas desenvolvidas pela Guarda Municipal e da colaboração da população para evitar novos acidentes.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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