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Operação Lei Seca prende seis motoristas por embriaguez ao volante, desobediência e porte ilegal de arma

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A Operação Lei Seca deste domingo (12.4) resultou na prisão de seis condutores e na apreensão de uma arma de fogo durante fiscalização na Avenida Frei Coimbra, no bairro Jardim Ouro Branco, em Várzea Grande.

Entre os presos estão, quatro por embriaguez ao volante, sendo um com agravante de ameaça e desobediência, e outro que estava portando arma de fogo de uso restrito com numeração raspada.

Além disso, um foi detido por entregar a direção de veículo a uma pessoa não habilitada e outro por desobediência, após tentar fugir e resistir a abordagem policial.

Durante a ação foram fiscalizados 135 veículos e aplicados 138 testes de alcoolemia, resultando em 93 Autos de Infração de Trânsito (AIT), conforme balanço do Gabinete de Gestão Integrada (GGI).

Dentre as autuações estão, 10 por conduzir veículo sob efeito de álcool e cinco por se recusarem a passar pelo teste, 46 por transitarem com veículos sem registro ou não licenciado e 18 por não possuírem habilitação.

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Dos veículos fiscalizados, 69 foram autuados e 54 removidos, sendo 41 carros e 13 motocicletas.

Operação Lei Seca

A Operação Lei Seca é uma ação coordenada pelo Gabinete de Gestão Integrada (GGI) com apoio do Batalhão de Trânsito (BPMTran), Delegacia de Trânsito, Departamento de Trânsito, Sistema Socioeducativo, Policial Penal, Corpo de Bombeiros, Politec e Guarda Municipal de Várzea Grande.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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