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Polícia Civil mira comércio de medicamentos vencidos e maus-tratos de animais em Lucas do Rio Verde

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A Polícia Judiciária Civil de Mato Grosso deflagrou nesta segunda-feira (13.4), a Operação Sanitas Animalis, com o objetivo de apurar a prática de crimes relacionados a maus-tratos a animais, comercialização de medicamentos veterinários vencidos e exercício ilegal da profissão de médico veterinário, dentro de investigações conduzidas pela Delegacia de Lucas do Rio Verde.

Na operação, foram cumpridos mandados de busca e apreensão em uma clínica veterinária localizada no município e, ordens judiciais de quebra de sigilo telefônico e de dados, expedidas pela Justiça após representação da Polícia Civil.

Durante as buscas, foram apreendidos diversos medicamentos veterinários com prazo de validade expirado, os quais, em tese, estavam sendo mantidos e possivelmente utilizados em atendimentos clínicos, situação que representa risco à saúde animal e à coletividade.

A operação contou com o apoio da Vigilância Sanitária Municipal de Lucas do Rio Verde, responsável pela adoção das providências administrativas cabíveis no âmbito de sua competência, inclusive quanto à fiscalização das condições sanitárias do estabelecimento.

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Segundo o delegado titular da Delegacia de Lucas do Rio Verde, Breno Houly Palmeira, as investigações prosseguem com a análise do material apreendido e das informações obtidas por meio das quebras de sigilo autorizadas judicialmente, visando à completa elucidação dos fatos e eventual responsabilização dos envolvidos.

“A operação reforça o compromisso da Polícia Civil com a proteção da saúde pública, do bem-estar animal e da ordem econômica, destacando que condutas dessa natureza serão rigorosamente apuradas”, disse o delegado.

Fonte: Governo MT – MT

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Politec conclui que incêndio em prédio da prefeitura não teve origem criminosa

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A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) concluiu os levantamentos periciais e descartou a hipótese de incêndio criminoso no prédio da gerência de patrimônio e da Superintendência Operacional do Sistema Escolar da Prefeitura de Várzea Grande, ocorrido no dia 17/6.

Análises de vestígios coletados no local associada a evidências de registros de gravação de câmeras de segurança das redondezas e depoimento de testemunhas apontaram para causa acidental provocada por fenômeno termoelétrico na fiação localizada na parte superior da câmara fria de alimentos congelados pertencente ao anexo I da Secretaria Municipal de Educação de Várzea Grande, que seriam destinadas à alimentação dos alunos da rede municipal de educação. Os peritos realizaram vistoria externa e superior com a utilização de drones em todo o perímetro colapsado pelo incêndio.

No prédio, funcionava a parte logística da Secretaria onde eram armazenados de alimentos, materiais e equipamentos que seriam destinados às escolas do município.


Conforme o perito oficial criminal Augusto César de Figueiredo, os exames não permitiram identificar o que pode ter provocado o fenômeno termoelétrico, que segundo a literatura pericial pode estar relacionado à sobrecarga elétrica, curto-circuito, ou descarga elétrica contínua.

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“Tudo iniciou-se com o fenômeno termoelétrico que ocorreu na parte superior da câmara fria de congelados, e se propagou para o prédio todo, para os dois sentidos do pavilhão. Na parte de trás da edificação, as chamas rapidamente tiveram contato com dois veículos, que estavam muito próximos a essa câmara, e que possuem uma carga térmica muito alta, causando facilmente a propagação para o fundo dessa estrutura metálica, e também por conta grande quantidade de material combustível que existia dentro prédio, o que ajudou a propagação e a grande monta dos danos e prejuízos causados pelo incêndio”, apontou o perito.

Mediante o término das análises no local do incêndio, o prédio foi liberado pela perícia para a Polícia Civil. O laudo pericial com o detalhamento das análises será concluído em até 30 dias.

No laudo, constará toda a descrição do local e dos vestígios coletados e analisados em laboratório, o relato de depoimentos de testemunhas, as imagens registradas pelo sistema de monitoramento de câmeras que ajudaram a delimitar a dinâmica do incêndio, que explica onde o fogo teve início e como ele se propagou, além dos danos que ocorreram em todos os ambientes.

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Fonte: Governo MT – MT

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