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Seduc lança programa de liderança para qualificar gestores e fortalecer o ensino estadual

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A Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso (Seduc-MT) deu início, nesta terça-feira (14.4), ao Programa de Desenvolvimento de Líderes – PDL MAX 2026, com foco na qualificação da gestão e no fortalecimento das lideranças da Rede Estadual de Ensino. A abertura ocorreu no Espaço Sebrae, em Cuiabá, e reuniu líderes que ocupam funções estratégicas como coordenadores, superintendentes e secretários adjuntos.

A iniciativa, conduzida pela Secretaria Adjunta de Gestão de Pessoas (SAGP), marca o início de uma etapa de formação continuada voltada ao desenvolvimento de competências essenciais para a administração pública, com base nos desafios reais enfrentados pela educação estadual.

Durante a abertura, a secretária adjunta, Lucimeire Alves Cassiano, destacou a importância do investimento na qualificação das lideranças. “Sabemos da complexidade das agendas e das responsabilidades de cada um. Ainda assim, vocês estão aqui, dedicando um dia inteiro para se desenvolverem. Isso demonstra compromisso com o serviço público e com a entrega de resultados à sociedade”, afirmou.

Lucimeire também reforçou o papel estratégico de cada gestor na Secretaria. “Nossa missão é clara: queremos que a educação de Mato Grosso seja referência nacional. Isso só será possível se cada líder assumir essa visão e atuar com responsabilidade, foco e dedicação no aprendizado dos nossos estudantes”, completou.

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A formação conta com a parceria da Motriz, instituição que apoia o desenvolvimento de lideranças e a estruturação de práticas de gestão de pessoas. O consultor Patric Souza ressaltou que o programa foi concebido com base nas demandas reais dos gestores.

“O PDL Max não é um processo teórico. Ele nasce das dores, dos desafios e das necessidades identificadas nas mentorias anteriores. É uma construção contínua, com foco em resultados e na evolução da maturidade da gestão pública”, explicou.

Segundo ele, o programa também busca fortalecer práticas como engajamento, clima organizacional e desenvolvimento de equipes. “A gente trabalha com um olhar intencional para as pessoas, promovendo equidade, inclusão e uma gestão mais estratégica”, pontuou.
A abertura do PDL MAX 2026 teve como tema “O papel da liderança e limites saudáveis”, conduzida pela facilitadora Talyta Ribeiro. Com experiência na gestão pública e mais de uma década de atuação em consultoria, ela destacou a importância do equilíbrio emocional na tomada de decisões.

“Liderar não é apenas gerir processos, mas também compreender o impacto das decisões nas pessoas. O autoconhecimento e o reconhecimento dos próprios limites são fundamentais para uma liderança mais consciente e eficaz”, afirmou Talyta

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Ao longo do dia, os participantes farão reflexões sobre os desafios reais da gestão, a importância da autopercepção e o alinhamento entre o papel institucional, as expectativas e as práticas.

O PDL MAX 2026 será realizado ao longo de quatro encontros presenciais, com carga horária total de 32 horas, abordando temas como regulação emocional, gestão de conflitos, diversidade, organização do trabalho, gestão do tempo e comunicação. A metodologia inclui atividades práticas, estudos de caso e dinâmicas voltadas à realidade da administração pública.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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