A Polícia Civil apreendeu uma arma de fogo, durante o cumprimento de mandado de prisão, em desfavor de um homem, de 76 anos.
A ação policial ocorreu nesta quinta-feira (23.4), no bairro São José Operário, em Juína.
O homem é investigado pelos crimes de ameaça e violação de domicílio. A ação criminosa teria sido praticada contra sua ex-companheira, de 65 anos.
Em razão da violência sofrida, a vítima compareceu à Delegacia de Polícia de Juína, relatando ter sido alvo dos crimes de ameaça e violação de domicílio. De imediato, o delegado Marco Remuzzi, procedeu a adoção das providências legais cabíveis, incluindo o encaminhamento do pedido de medidas protetivas de urgência ao Poder Judiciário, que expediu o mandado de prisão.
“Destacamos o empenho, a eficiência e a dedicação dos policiais civis envolvidos na ação, adotando uma postura de tolerância zero diante de qualquer violação que atente contra a integridade física, psicológica ou moral das vítimas”, disse o delegado.
A Polícia Civil de Mato Grosso cumpriu, nesta quarta-feira (24.6), seis mandados de busca e apreensão domiciliar em apoio a uma operação deflagrada pela Polícia Civil do Paraná que investiga um grupo de estelionatários. As ordens judiciais foram cumpridas nos municípios de Várzea Grande, Rondonópolis e Jangada.
Os mandados, decretados pelo Poder Judiciário do Estado do Paraná, foram cumpridos pelas equipes da Delegacia Especializada de Estelionato de Várzea Grande, de forma simultânea, nos endereços-alvo situados nas três cidades mato-grossenses.
As investigações da Delegacia de Estelionato de Curitiba (PR) seguem avançando sobre uma quadrilha especializada no chamado “golpe do falso exame”, aplicado contra familiares de pacientes de hospitais.
No golpe, os criminosos entram em contato com familiares logo após a realização de exames ou procedimentos médicos, utilizando informações reais dos pacientes para dar credibilidade à fraude. Durante a ligação, eles alegam a necessidade de pagamento urgente de valores para liberação de exames, medicamentos ou procedimentos, induzindo as vítimas a realizarem transferências bancárias.
A Polícia Civil do Paraná identificou uma rede estruturada, com integrantes responsáveis por receber os valores das vítimas e outros encarregados de movimentar e pulverizar o dinheiro entre diversas contas, na tentativa de dificultar o rastreamento. A análise financeira revelou uma movimentação de centenas de milhares de reais vinculada ao grupo criminoso.
Com base nos elementos reunidos, a Polícia Civil do Paraná requereu medidas cautelares contra os envolvidos, buscando interromper a atuação da quadrilha e identificar todos os participantes do esquema.
As investigações continuam para apurar novas vítimas e a origem do vazamento das informações utilizadas pelos criminosos.
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