Policiais militares do 5º Batalhão prenderam uma mulher, de 33 anos, na manhã desta quinta-feira (7.5), suspeita de homicídio, em Rondonópolis (220 km de Cuiabá). Um homem, de 43 anos, foi agredido com uma barra de ferro, não resistiu aos ferimentos e morreu no local.
De acordo com informações do boletim de ocorrência, uma testemunha relatou que encontrou o seu vizinho caído aos fundos da casa de onde residia com a suspeita. Os militares foram informados, ainda, de que ambos são usuários de entorpecentes e que a denunciada sofre de transtornos mentais.
Os militares foram até o local, identificaram e abordaram a envolvida. A mulher afirmou que a vítima teria chegado à residência fazendo uso de entorpecentes e zombando dela. Em determinado momento, ela pegou uma barra de ferro e atingiu o homem várias vezes na cabeça, enquanto ele estava sentado em um banco de madeira aos fundos do imóvel.
Ainda conforme o depoimento dela, após o crime ela permaneceu na casa durante toda a madrugada. Na manhã desta quinta, contou o ocorrido a familiares e também a pessoas em uma conveniência de bebidas, no entanto, disse que ninguém teria dado importância ao relato. Diante dos fatos, a mulher foi conduzida à delegacia para registro do boletim de ocorrência.
A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.
A Polícia Civil deflagrou na manhã desta terça-feira (30.6), a Operação Vigia, para reprimir as ações de um grupo que atuava no desvio de grãos por meio de furtos qualificados e lavagem de capitais de valores arrecadados com as subtrações praticadas.
As ações foram realizadas pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Nova Mutum, com apoio das unidades locais de Nova Mutum, Juína, Campo Novo do Parecis, Rondonópolis e Várzea Grande e da Derf de Várzea Grande, que efetuou a prisão de um dos suspeitos no Aeroporto Marechal Rondon, prestes a embarcar para a região Sul do país.
Ao todo foram cumpridos quatro mandados de prisões preventivas, seis mandados de buscas e apreensões em residências e em um estabelecimento empresarial (casa de shows), além de 10 dez mandados de sequestro de bens e valores.
A operação é fruto do trabalho investigativo realizado por investigadores e escrivães da Derf de Nova Mutum.
Segundo o delegado Rodrigo Rufato, responsável pela investigação, as apurações apontaram que um dos envolvidos solicitou emprego na função de balanceiro em uma fazenda situada na zona rural de Nova Mutum, já com a intenção de possibilitar o ingresso de veículos não autorizados na propriedade, os quais, com o auxílio do investigado, realizavam carregamentos sem o conhecimento dos proprietários, concluindo as subtrações.
Outros investigados eram responsáveis por providenciar veículos e motoristas, bem como encontrar compradores para as cargas furtadas.
Parte dos valores foi “lavada” através da criação de uma casa de show do tipo “pub”, onde os investigados continuaram a empreender paralelamente à prática dos ilícitos.
O prejuízo causado à vítima foi de aproximadamente R$ 2 milhões, tendo as medidas constritivas adotadas o intuito de possibilitar o ressarcimento do dano patrimonial.
Operação Vigia
O nome da operação é uma alusão ao vulgo utilizado por um dos indivíduos presos. Os investigados serão indiciados por furtos qualificados, associação criminosa e lavagem de capitais.
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