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Polícia Militar prende dupla e recupera caminhonete roubada em propriedade rural

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Equipes da Polícia Militar prenderam dois homens, de 19 e 29 anos, pelo crime de roubo e formação de quadrilha, na manhã desta quarta-feira (10.6), em Cuiabá. Na ação, a PM recuperou uma caminhonete roubada horas antes de uma propriedade rural da Capital.

Por volta de 07h, uma equipe militar recebeu denúncias de um homem, que informou que sua mãe havia sido vítima de roubo na propriedade rural em que ela reside, localizada nas proximidades da rodovia MT-402.

Segundo o denunciante, sua mãe e um funcionário teriam sido rendidos por quatro homens armados, que os mantiveram em cárcere privado e sob ameaça, exigindo quantias em dinheiro e a chave de uma caminhonete Hilux preta. Após alguns momentos como reféns, as vítimas foram libertadas e viram os criminosos fugirem com o veículo, em sentido à Várzea Grande.

As equipes policiais iniciaram diligências pela rodovia e encontraram a caminhonete com os criminosos. O veículo foi seguido, até o momento onde os suspeitos abandonaram o automóvel e tentaram fugir por uma área de mata, onde foram detidos enquanto se aproximavam das margens do rio Cuiabá.

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Em verificação à caminhonete, os militares encontraram um aparelho bloqueador de sinal de veículos. A arma de fogo utilizada no crime não foi encontrada.

Os dois suspeitos receberam voz de prisão e foram encaminhados para a Central de Flagrantes de Cuiabá, com os materiais apreendidos e caminhonete recuperada, para registro da ocorrência e demais providências.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Após feminicídio, secretária reforça importância de vítimas de violência manterem medidas protetivas

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A chefe do Gabinete de Enfrentamento à Violência de Gênero contra a Mulher, Mariell Antonini, reforçou a importância das vítimas de violência doméstica confiarem na rede de proteção e manterem as medidas protetivas.

O alerta foi feito após uma mulher, identificada como Gleici Fátima Machado Ritter, de 37 anos, ser assassinada a tiros, nesta terça-feira (23.6), em Guarantã do Norte. O principal suspeito é o companheiro dela, de 33 anos. O crime está sendo investigado pela Polícia Civil como feminicídio consumado.

Ele já possuía um longo histórico de violência doméstica contra a vítima. Em novembro de 2025, após um pedido feito pela própria vítima, a medida protetiva que existia contra o investigado foi revogada e ele voltou a responder ao processo em liberdade.

“É importante que toda mulher compreenda que o rompimento do ciclo da violência nem sempre é um processo simples. Muitas vezes, existem obstáculos relacionados à dependência afetiva, dependência econômica, medo, preconceito e outros fatores que dificultam a tomada de decisão. Por isso, é fundamental buscar apoio, acreditar na rede de proteção e no sistema de Justiça”, destacou.

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Segundo Mariell Antonini, a violência doméstica costuma seguir um ciclo que tende a se agravar ao longo do tempo.

“A violência é cíclica e, muitas vezes, começa com sinais que podem parecer menos graves, mas pode evoluir para situações cada vez mais letais, culminando na morte da vítima. Ameaças e agressões precisam ser compreendidas como sinais de alerta, e a busca por ajuda deve acontecer o quanto antes”, afirmou.

As primeiras denúncias contra o suspeito foram registradas em 2023, quando Gleici procurou as autoridades para relatar episódios de violência doméstica. Em 2024, novas intervenções policiais ocorreram por crimes como lesão corporal, injúria e posse irregular de arma de fogo, todos envolvendo o mesmo casal.

Já em julho de 2025, o suspeito foi preso em flagrante por lesão corporal no contexto de violência doméstica, após a vítima acionar as forças de segurança. Na ocasião, foram concedidas medidas protetivas de urgência em favor de Gleici. Meses depois, entretanto, a vítima solicitou a revogação da medida, o que resultou na liberdade do suspeito.

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Fonte: Governo MT – MT

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