Ações policiais do 4º Batalhão da PM prenderam cinco pessoas por tráfico ilícito de drogas, nesta terça-feira (16.6), em Várzea Grande. Os suspeitos foram presos em duas ocorrências registradas, onde 130 porções de substâncias análogas a maconha, cocaína e pasta base foram apreendidas.
A primeira ocorrência foi registrada no fim da tarde, durante patrulhamento do Grupo de Apoio (GAP) no bairro São Mateus. Um homem em atitude suspeita foi abordado e, com ele, os policiais encontraram cinco porções de maconha. Conforme o boletim de ocorrência, o suspeito declarou que a droga seria vendida naquele local.
O homem também disse ter mais drogas em sua residência e levou os policiais até o imóvel, onde foram encontradas mais 34 porções de maconha. Diante da situação, o suspeito recebeu voz de prisão e foi conduzido pela PM para a Central de Flagrantes.
Já no período noturno, outra equipe do GAP se deslocou até o bairro Jardim Potiguar em apuração a uma denúncia de tráfico de drogas realizado por três pessoas, dentro de uma boate. No endereço, os policiais encontraram os suspeitos denunciados, um homem e duas mulheres, que tentaram se dispersar com a chegada da PM, sendo abordados rapidamente.
Com os suspeitos, foram encontradas porções de cocaína e maconha pronta para vendas. Algumas porções estavam escondidas nas partes íntimas das suspeitas e foram retiradas por elas mesmas e entregues aos militares.
Na sequência, os criminosos afirmaram que possuíam mais drogas guardadas em uma residência próxima. No local, mais um homem foi localizado e detido. Nas buscas no imóvel, a PM encontrou outras porções de entorpecentes e equipamentos utilizados no tráfico, como balanças de precisão e embalagens.
Os quatro suspeitos também foram conduzidos para a Central de Flagrantes de Várzea Grande e entregues à Polícia Judiciária Civil para registro da ocorrência e demais providências.
Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.
O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.
A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025. Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.
Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?
A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.
Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.
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