VÁRZEA GRANDE

Moradores elogiam obra que encerra problema histórico de drenagem no bairro 23 de Setembro

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Moradores e empresários do bairro 23 de Setembro comemoram a conclusão das obras de recuperação da drenagem na Rua Anízio Clarentino, em Várzea Grande. A intervenção, realizada pela Prefeitura Municipal por meio da Secretaria de Viação, Obras e Urbanismo, solucionou um problema que persistia há mais de dez anos e causava diversos transtornos à comunidade.

Entre os beneficiados está Felipy Hanauer, colaborador de uma empresa de autopeças instalada na região. Segundo ele, a situação comprometia a circulação de veículos e até mesmo a prestação de serviços essenciais.

“Esse era um problema que se arrastava há mais de dez anos. Agora foi resolvido com um serviço de excelência. A dificuldade era tão grande que até a coleta de lixo enfrentava obstáculos para chegar ao local. Parabenizo a prefeita Flávia Moretti e todas as secretarias envolvidas”, destacou.

A prefeita Flávia Moretti acompanhou a execução dos trabalhos. Conforme informações da Secretaria Municipal de Viação, Obras e Urbanismo, as fortes chuvas provocaram o rompimento de parte do aterro, ocasionando o deslocamento das manilhas e comprometendo a estrutura da via.

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Para solucionar o problema, as equipes realizaram a recomposição e reinstalação das manilhas, além da recuperação completa da rua. O serviço incluiu o reforço da base e melhorias no sistema de drenagem, garantindo mais segurança, melhor trafegabilidade e mais qualidade de vida para os moradores e trabalhadores da região.

A intervenção faz parte das ações da administração municipal voltadas à recuperação da infraestrutura urbana e à melhoria das condições de mobilidade e segurança nos bairros de Várzea Grande.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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VÁRZEA GRANDE

Palestra leva alerta sobre riscos do cigarro eletrônico a estudantes

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A equipe da Unidade de Saúde do bairro Água Limpa realizou, na sexta-feira (18), uma palestra sobre tabagismo para estudantes do 9º ano do ensino fundamental da Escola Estadual Elmaz Gattas. A atividade reuniu jovens de 13 a 18 anos em um momento de conversa, interação e dinâmicas sobre os riscos do cigarro convencional e, principalmente, do cigarro eletrônico.

Durante o encontro, os profissionais falaram sobre os cuidados com a saúde, sintomas e consequências do uso dos dispositivos eletrônicos, além do risco de o cigarro eletrônico se tornar uma porta de entrada para o consumo de outras substâncias.

A conversa também abriu espaço para que os próprios estudantes compartilhassem suas experiências. Muitos relataram já ter experimentado o cigarro eletrônico por curiosidade, influência de amigos ou até mesmo pelos sabores oferecidos pelos dispositivos.

A estudante Marina, de 13 anos, contou que já recebeu ofertas de amigos, mas prefere não experimentar.

“Meus amigos sempre oferecem, mas eu não aceito. Eu vejo que não faz bem e prefiro não usar. Eles respeitam minha decisão e eu também falo para eles não experimentarem”, relatou.

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Já a estudante Miriam, de 14 anos, contou que chegou a experimentar o cigarro eletrônico, mas teve uma experiência negativa. Após o uso, apresentou tontura e uma tosse persistente que durou cerca de duas semanas. O quadro fez com que ela precisasse procurar atendimento médico para avaliação e uso de medicamentos. Depois da experiência, ela não voltou a utilizar o dispositivo.

A responsável técnica pela atividade destacou a importância de levar esse tipo de informação diretamente aos adolescentes. A palestra foi realizada nos períodos da manhã e da tarde, e a equipe ficou surpresa com a quantidade de estudantes que já tiveram algum contato com o cigarro, especialmente com os dispositivos eletrônicos.

“É muito importante conversar com eles de forma aberta, sem julgamento, porque muitos já tiveram contato ou receberam ofertas. Ficamos impressionados com a quantidade de jovens que já tiveram alguma experiência. Esse diálogo é uma oportunidade para orientar e mostrar as consequências antes que o uso se torne um hábito”, destacou.

Durante a atividade, um dos inspetores da escola apresentou à equipe uma sacola com diversos dispositivos eletrônicos, conhecidos popularmente como “pods” ou “vapes”, que haviam sido apreendidos dentro da unidade escolar.

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Por se tratar de uma escola militar, a unidade também desenvolve ações próprias de orientação e conscientização com os estudantes. A atividade realizada pela equipe de saúde reforça esse trabalho, aproximando os profissionais da saúde do ambiente escolar e criando espaço para que os adolescentes possam tirar dúvidas e falar abertamente sobre o tema.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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