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Eleições do Confea, Crea, Mútua acontecem nesta sexta

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Na próxima sexta-feira (17.11) o Sistema Confea/Crea e Mútua  realiza Eleições Gerais para a escolha do novo presidente, conselheiros, diretores e representantes em diversos cargos de relevância.

Os cargos em disputa abrangem uma variedade de áreas e regiões do país, refletindo a diversidade e importância da engenharia e agronomia em diferentes estados.

Nestas eleições uma boa surpresa tem sido a candidatura de Francisco Almeida, atual Presidente da Mútua. Sua candidatura ganhou destaque por apresentar um programa amplo e abrangente, especialmente voltado para a valorização de todas as áreas das engenharias e não apenas com foco na agronomia.

Almeida tem demonstrado comprometimento com políticas que visam aprimorar não apenas a agronomia, mas também todas as ramificaçõesd as engenharias, reconhecendo a importância vital dessas profissões para o desenvolvimento econômico e social do país.

Com uma carreira impressionante e um histórico relevante na Mútua, além de ter o  reconhecimento no campo das engenharias, Francisco Almeida vem propondo soluções e ideias inovadoras para enfrentar desafios atuais e futuros.

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Seu programa eleitoral destaca-se por abranger não só questões técnicas, mas também sociais, promovendo a capacitação, valorização profissional e condições adequadas de trabalho para os engenheiros e demais profissionais do ramo.

Essa abordagem tem atraído apoio e interesse significativo de diversos setores ligados às engenharias, consolidando sua posição como um dos principais postulantes nestas eleições.

Estarão em jogo a eleição de presidentes do Confea e dos Conselhos Regionais de Engenharia e Agronomia (Creas), bem como conselheiros federais e suplentes que representarão Modalidades e Grupos/Categorias específicas em estados como Espírito Santo, Goiás, Pernambuco, Rio Grande do Norte e São Paulo.

Além disso, haverá a escolha de um conselheiro federal representante de Instituições de Ensino Superior pertencentes ao Grupo Engenharia, além dos Diretores Gerais e Diretores Administrativos das Caixas de Assistência dos profissionais dos Creas, conhecidas como “Mútuas Regionais”.

O processo de votação ocorrerá no site oficial das eleições, disponível em https://www.votaconfea.com.br/, durante o período das 8h às 19h, no horário de Brasília-DF. Os votantes poderão autenticar-se por meio de login utilizando o CPF e senha recebida por e-mail ou SMS, ou através de certificado digital ou login utilizando a senha da ferramenta GovBr.

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Esta eleição é de suma importância para o fortalecimento e representatividade do Sistema Confea/Crea e Mútua, garantindo a escolha democrática de líderes que serão responsáveis por direcionar e representar os profissionais da engenharia e agronomia em todo o país.

Fonte: Pensar Agro

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Crédito ao agro pode atingir R$ 652 bilhões, mas esbarra em limites fiscais

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As negociações para o Plano Safra 2026/27 avançam em meio a discussões sobre o espaço fiscal disponível para subsidiar o crédito rural. A proposta em análise pelo governo prevê ampliar em cerca de 10% os recursos destinados ao financiamento da agropecuária, elevando o montante total para R$ 652 bilhões, além de reduzir em até dois pontos percentuais as taxas de juros para médios e grandes produtores.

Os números ainda estão em discussão entre os ministérios da Agricultura, da Fazenda e do Desenvolvimento Agrário e podem sofrer alterações antes do anúncio oficial, previsto para o início de julho. A principal incógnita é a capacidade do Tesouro Nacional de suportar os custos da equalização dos juros em um cenário de restrições orçamentárias.

Na safra atual, foram disponibilizados R$ 594,4 bilhões para pequenos, médios e grandes produtores. Desse total, R$ 516,2 bilhões foram destinados à agricultura empresarial. A proposta em análise é elevar esse montante para perto de R$ 570 bilhões na temporada 2026/27.

A discussão sobre os juros é considerada o ponto mais sensível das negociações. Caso a proposta seja integralmente atendida, as taxas para médios e grandes produtores poderão cair para cerca de 8% ao ano nas operações de custeio e para até 6,5% em algumas linhas de investimento. Na safra 2025/26, as taxas variaram entre 10% e 14% nas linhas de custeio da agricultura empresarial.

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A possibilidade de redução das taxas depende do início do ciclo de queda da Selic e do espaço fiscal disponível para a equalização dos juros. O mecanismo é utilizado pelo governo para cobrir a diferença entre o custo de captação das instituições financeiras e a taxa efetivamente paga pelos produtores.

Outra frente das negociações envolve os limites para os spreads bancários. A equipe econômica decidiu manter tetos para o custo administrativo e tributário cobrado pelas instituições financeiras nas operações com recursos equalizados. A medida busca evitar aumento excessivo do custo final do crédito e reduzir a pressão sobre os gastos públicos com subsídios.

No custeio empresarial, por exemplo, o limite para o spread foi fixado em 4,7% ao ano. Quanto maior esse percentual, maior tende a ser o desembolso da União para sustentar as taxas subsidiadas.

A estratégia ocorre em um momento em que instrumentos privados de financiamento ganham espaço no campo. Entre julho de 2025 e maio de 2026, as operações realizadas por meio de Cédulas de Produto Rural (CPRs) e recursos livres movimentaram cerca de R$ 170 bilhões. Os títulos privados passaram a integrar os números do Plano Safra recentemente e vêm compensando parte da retração observada nas linhas tradicionais de crédito.

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Na agricultura familiar, a expectativa é de manutenção das taxas de juros entre 2% e 6% ao ano. O volume de recursos para o segmento poderá chegar a R$ 82 bilhões, alta de cerca de 5% em relação aos R$ 78,2 bilhões disponibilizados na temporada atual.

Os desembolsos do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) indicam forte demanda pelos recursos. Até maio, os produtores familiares haviam contratado R$ 60,9 bilhões, o equivalente a quase 80% do total disponível para a safra em curso.

A definição do Plano Safra 2026/27 ocorre em um ambiente de custos financeiros ainda elevados e de crescente demanda por recursos para sustentar a expansão da produção agrícola. O desafio do governo será ampliar a oferta de crédito e, ao mesmo tempo, preservar o equilíbrio das contas públicas em um cenário de restrições fiscais.

A expectativa é que os números finais sejam anunciados no início de julho, quando também deverão ser definidos os volumes de recursos e as taxas de juros para a agricultura empresarial e para os programas voltados à agricultura familiar.

Fonte: Pensar Agro

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